terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

OS QUE LANÇARAM OS ALICERCES DA UNIÃO EUROPEIA (COM A CECA) QUERIAM EVITAR O REGRESSO DO IMPERIALISMO ALEMÃO E O RESULTADO FOI O OPOSTO


 A Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (CECA) foi criada em 1952 com o objectivo de impedir o regresso do imperialismo alemão. O resultado foi o oposto. Criaram-se os meios que permitem que o imperialismo alemão domine a chamada «União Europeia» em Fevereiro de 2015.
O actual imperialismo alemão tem um guerra em curso em duas frentes, contra a Grécia, na frente Sul e contra a Rússia na frente Leste através do subcontratado regime fascista de Kiev.

Em ambas as frentes Berlim deu ordem para matar e os governos de traidores dos países da União Europeia, apoiam a barbárie germânica. E assim a CECA deu origem, em 2015, ao Império dos Vencidos.




«A ALEMANHA HOJE E HÁ 73 ANOS



O MESMO OBJECTIVO: DOMINAR A EUROPA




A Alemanha pretende fazer hoje com a política monetária e de crédito o mesmo que há 73 anos fazia com as divisões da Wermacht: dominar a Europa. Então, também ela tinha bons aliados na Península Ibérica e muitos derrotistas por essa Europa fora, a começar pelos franceses. Então, como hoje, houve quem achasse que não valeria a pena lutar contra a Alemanha. A luta só tornaria mais dolorosas as consequências da derrota.

Esse era o sentimento dominante na maior parte da Europa. Só que havia a outra parte, a que se não vergou, a que sofreu as duras consequências de ter tido a coragem de combater. Entre esses estiveram os gregos, que, primeiramente, resistiram e contiveram Mussolini e, depois, lutaram heroicamente contra os alemães, apesar das perdas que sofreram e dos sacrifícios por que passaram. Hoje, como há 73 anos, os gregos voltam a resistir ao domínio alemão e recusam a humilhação naccional.Tal como hoje, também então os alemães contaram com a cumplicidade e a colaboração dos que internamente traíram a pátria, mas que nunca foram suficientes para quebrar a resistência de quem não aceitava a submissão ao domínio estrangeiro.

Hoje, como há 73 anos, a Alemanha não aceita acordos nem compromissos. Exige a capitulação sem reservas. É essa natureza arrogante e autoritária da Alemanha que se mantém intangível como o demonstra a recusa de um encontro bilateral com Tsipras.

Merkel e Schäuble têm hoje no BCE e na Comissão Europeia os instrumentos que desempenham um papel semelhante ao das divisões com que há 73 anos essa mesma Alemanha supunha ter dominado a Europa, um domínio que ia desde os Pirenéus até às portas de Leninegrado e de Moscovo e quase às margens do Volga. Hoje, o panorama de dominação é muito idêntico: de fora apenas a Grã-Bretanha e a Rússia tal como há 73 anos.

Há 73 anos os que tiveram a coragem de se opor aos alemães e de os combater ganharam. Hoje, para vencer os alemães é preciso lutar. Uma luta guiada pela ideia de vitória. Os que estiverem à espera que seja a Alemanha e os seus aliados a mudar a Europa, acordarão com uma Europa germanizada constituída por “patrícios” e “Untermenchen”. Quando verdadeiramente despertarem do logro em que caíram já nem forças terão para lutar. Estarão exaustos económica, política e moralmente.

Essa a razão por que a luta da Grécia exige a nossa solidariedade. A luta da Grécia é a nossa luta. Não participar nessa luta por calculismo político ou oportunismo de ocasião equivale a cavar a sepultura da nossa insignificância futura.

Nesta luta não haverá meio-termo. Ou se está por ou se está contra. E o que importa é que as águas fiquem divididas com clareza. O pior que poderia acontecer seria tomar por aliado quem realmente o não é. Quem vai tomando posição em função das circunstâncias, aguardando ambiguamente que o tempo passe e a situação se esclareça para não ter de arcar com as desvantagens da luta.

Finalmente, é bom que se perceba que as propostas que a Grécia apresenta à Europa são praticamente idênticas àquelas de que a Alemanha beneficiou depois da derrota para pagar as suas dívidas. Com uma diferença de vulto: a Grécia é país pacífico. Nunca invadiu a Alemanha!»








segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

AS ABERRANTES IDEIAS NEOLIBERAIS E AS AMBIÇÕES ALEMÃS - RECORDAR

Ângela Merkel quer transformar a Grécia numa colónia da Alemanha, quer que a Grécia abdique da sua soberania.


Isto acontece porque as leis neoliberais da moeda euro e do BCE são um conjunto de aberrações. É uma aberração neoliberal o Tratado de Maastricht, é outra aberração neoliberal o Tratado de Lisboa.


Foi Ângela Merkel que destruiu a economia da Grécia, devido às suas ideias neoliberais, com o apoio subserviente dos outros países da zona euro.


A Grécia já rejeitou as exigências da Alemanha. A Grécia ficaria numa situação parecida com a que teve quando esteve sob ocupação alemã, durante a II Guerra Mundial.



Curiosamente, as Portas de Brandenburg, em Berlim, que simbolizam o poderio alemão, são mais ou menos uma cópia, assumida, dos Propileus de Atenas



Foto que simboliza a conquista da capital do III Reich, em 1945, pelo Exécito Vermelho, da União Soviética




Ângela Merkel quer transformar Sarkozy num segundo Pétain. Já anunciou que ia participar, directamente, nas eleições presidenciais francesas ao lado do neoliberal e pouco inteligente Sarkozy.




 Quadro que simboliza a conquista da Alemanha por Napoleão Bonaparte


Esperemos que os franceses não voltem a eleger Sarkozy, um segundo Pétain, o primeiro não foi eleito.









«Alemanha impõe a Atenas perda de soberania para novo resgate


Publicado hoje às 00:32


A Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um comissário do Orçamento da Zona Euro.


A Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um comissário do Orçamento da Zona Euro, para que Atenas receba um segundo resgate de 130 mil milhões de euros, adianta o Financial Times.


Se todas as medidas ligadas aos impostos e às despesas forem decididas pela União Europeia (UE), o cheque de 130 mil milhões de euros para completar mais uma fase do resgate chega a Atenas.


A ideia da Alemanha é que a Grécia delegue as maiores competências orçamentais num comissário, em espécie de administrador que seria nomeado pelos ministros das Finanças do Eurogrupo e que teria o poder de veto sobre qualquer decisão ligada ao orçamento que não respeitasse as metas fixadas pelos credores europeus.


Atenas teria também de adoptar uma lei comprometendo-se a usar todas as receitas do estado para pagar a dívida.


Se este plano alemão avançar, para restabelecer a confiança dos mercados financeiros e de outros possíveis credores, em jeito de garantia futura, o governo grego terá de assumir que apenas fará face aos gastos correntes depois de ter a dívida coberta.



Clara Osório (In «TSF RÁDIO NOTÍCIAS» Online)




Entretanto, o tempo foi passando, mudaram caras, mas parece que está tudo na mesma.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

MERCENÁRIOS SUECOS, POLACOS, INGLESES E ITALIANOS COMBATEM CONTRA OS REBELDES PRÓ-RUSSOS NA UCRÂNIA


A covardia dos dirigentes russos dirigidos por Putin fá-los ter medo das próprias armas que têm, têm medo de as usar, enquanto o regime fascista-mussoliniano de Kiev, faz matanças diárias em Donetsk, apoiado por mercenários suecos, polacos, ingleses e italianos.

A tecnologia russa permite localizar e eliminar rapidamente as posições de artilharia de Kiev que massacram Donetsk, mas Putin tem medo da própria sombra, e é insensível à matança de civis russos em Donetsk, metidos na Ucrânia por Lenine e Estaline.

O SPD E O PSF SÃO RESPONSÁVEIS DIRECTOS PELAS ATROCIDADES CONTRA O POVO GREGO COMO HOMICÍDIO POR PROIBIÇÃO DE CUIDADOS MÉDICOS


A religião troikal-neoliberal a que aderiram os alemães do SPD e os franceses do PSF (partidos dominantes na Internacional «Socialista») proibiu o acesso ao Serviço Nacional de Saúde da Grécia dos desempregados e desempregadas há mais de 3 meses. Solução: matar os desempregados para diminuir o desemprego.