terça-feira, 8 de maio de 2018

O regresso do poder judicial da Inquisição a Portugal


A Inquisição era muito virtuosa como se pode ver na gravura.
Queimava vivas as pessoas e fazia desse queimamento uma festa popular e aristocrática ao mesmo tempo.
A Ditadura Judiciária, actualmente em vigor em Portugal, queima vivas as pessoas, já não o corpo como fazia a Inquisição ou Santo Ofício, mas a pessoa em si. A Inquisição de 2018 queima as pessoas em si, na praça pública, como fazia o Santo Ofício.  O director desta Inquisição 2018 é o director do Correio da Manhã, e os subdirectores são os que mandam na SIC e no Expresso. Os fornecedores de lenha para estes queimamentos são indivíduos acima da Lei, quem está acima da Lei não está dentro da Lei, está fora, está fora da Lei.
Este queimamento na praça pública virou moda e se os directores do Correio da Manhã, da SIC e do Expresso decidem queimar alguém, queimam mesmo, baseados no Direito Distópico, no direito ao queimamento que é um pilar da distopia em que vivemos.
E não é só o queimamento na praça pública um pilar da distopia em que vivemos é também o encerramento na cadeia de alguns inimigos a queimar.
Eu não sei o que José Sócrates andou a fazer, por isso não o posso meter na cadeia, os que o meteram na cadeia também não sabiam, mas meteram-no na cadeia à mesma.
E assim José Sócrates foi julgado e condenado pelo director do Correio da Manhã, e pelos que mandam na SIC e no Expresso. O veredicto destes jornalistas, para algumas pessoas delinquentes da distopia, é tão importante que é considerado sagrado, ou até muito sagrado, na distopia em que vivemos, por muitas pessoas.

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