sábado, 30 de dezembro de 2017

A Divisão Azul da Wehrmacht ou Blaue Division recauchutada ocupou e ocupa a Catalunha em 2017



O fascismo-nazismo-franquismo-falangismo ocupou a Catalunha, através da Divisão Azul reformulada.

E assim vai a União Europeia. A Divisão Azul reorganizada já prendeu políticos subversivos da Catalunha, neste ano de 2017 e promete prender mais em 2018.

Os assaltantes que mais roubaram não foram capturados


A PSP depois de tiroteio feriu dois assaltantes com gravidade. Foram presos três assaltantes, os dois feridos e outro.
Três polícias ficaram feridos.
Três perigosos assaltantes, Vítor Gaspar, Maria Luís Albuquerque e Pedro Passos Coelho não seguiam no automóvel do assalto, um Mini, utilizam automóveis de maior porte. Estes dois assaltantes e esta assaltanta roubaram numa boa.

As leis são assim: os assaltantes mais mafiosos safam-se. As leis são feitas para punir uns delinquentes e para premiar os delinquentes e as delinquentas maiores.

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

Mulher portuguesa, de 40 anos, mandou assassinar o marido e festejou o homicídio

Não é politicamente correcto este acontecimento, politicamente correcto seria o homem ter mandado matar a mulher e festejar depois o assassinato.

«Pagou dez mil euros pelo homicídio. O objetivo era receber o dinheiro dos seguros de vida e ficar com a casa paga

O crime ocorreu a 17 de janeiro do ano passado. José Outeiro, de 39 anos, foi assassinado por um homem contratado pela mulher, que pagou 10 mil euros para que lhe matassem o marido e assim poder receber milhares de euros em seguros de vida.

De acordo com o Jornal de Notícias, as autoridades desconfiaram quando, no dia a seguir ao funeral, a viúva foi festejar o seu aniversário com o amante, a filha e o namorado desta.

A mulher, de 40 anos, acabaria por ser detida pela Polícia Judiciária de Vila Real, tal como o homicida contratado, um desempregado, de 26 anos, amigo da filha. O objetivo era receber cerca de 50 mil euros e a casa ficava paga com seguros de vida.


O valor seria pago em diversas tranches, a última depois da viúva receber o prémio do seguro, mas a polícia desconfiou do comportamento da mulher, que estreitou a relação com o amante logo a seguir ao assassinato do marido.


A mulher da vítima e o homicida foram constituídos arguidos e encontram-se presos preventivamente.»   [In DN net]

domingo, 24 de dezembro de 2017

O elogio da hipocrisia


"«A Arte da Guerra»

Itália-Israel: A «Diplomacia dos Caças»


| Roma (Itália)
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Os governantes europeus – desde a representante dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, Mogherini, ao Primeiro Ministro, Gentiloni, desde o Presidente Macron à Chanceler Merkel – distanciaram-se, formalmente, dos Estados Unidos e de Israel sobre o estatuto de Jerusalém. Será que se está a criar uma fractura entre os aliados?
Os factos demonstram o contrário. Pouco antes da decisão de Trump sobre Jerusalém, a capital de Israel, quando a mesma já estava pré-anunciada, ocorreu o Blue Flag 2017, o maior exercício de guerra aérea internacional da História de Israel, em que participaram os Estados Unidos, a Itália, a Grécia e a Polónia e colaboraram, pela primeira vez, na terceira edição do mesmo exercício, a França, a Alemanha e a Índia.
Durante duas semanas, os pilotos de oito países, seis dos quais membros da NATO, treinaram com 70 aviões na base israelita de Ovda, no deserto do Negev, auxiliados por 1000 militares do pessoal técnico e logístico. A Itália participou com quatro caças-bombardeiros Tornado, do 6º Esquadrão de Ghedi, dois caças de ataque e dois de guerra electrónica. Os Estados Unidos, com sete F-16 da 31ª Fighter Wing, de Aviano. Como esses aviões estão adaptados para o transporte de bombas nucleares norte-americanas B-61, seguramente, os pilotos italianos e norte-americanos participariam, junto com outros, em missões de ataque nuclear.
De acordo com informações oficiais, foram realizadas mais de 800 missões de voo, simulando «cenários extremos de combate, com vôos a baixíssima altitude e contramedidas eletromagnéticas, destinadas a neutralizar as defesas antiaéreas». Por outras palavras, os pilotos exercitaram-se para penetrar no território inimigo, para atingir os alvos com bombas e mísseis não nucleares ou nucleares.
O Blue Flag 2017 melhorou «a cooperação e a prontidão operacional das forças aéreas participantes» e, ao mesmo tempo, «fortaleceu o estatuto internacional de Israel». Emblemática - escreve o jornal israelita Haaretz, num artigo sobre a «diplomacia dos caças-bombardeiros» - é a visão de um Eurofighter alemão com a cruz da Luftwaffe e um F-15 israelita, com a Estrela de David, a decolar, pela primeira vez, um ao lado do outro, para a mesma missão, ou caças-bombardeiros franceses, que regressam a Israel, para onde foram secretamente enviados, em 1956, para a campanha do Suez, contra o Egito de Nasser.
«O Blue Flag - conclui o Haaretz - é a demonstração de que, cada vez mais países estão dispostos a comprometer-se abertamente como aliados estratégicos de Israel e a deixar de lado considerações políticas como a questão palestiniana.»
Embora esteja a desaparecer a influência da diplomacia tradicional, a função dos comandantes militares nas relações internacionais está a aumentar». O mesmo foi confirmado pela reunião do General Frigerio, Comandante das Forças Armadas Italianas, com o General Norkin, Comandante da Força Aérea de Israel. Faz parte da Lei n. 94, de 17 de Maio de 2005, que institucionaliza a cooperação cada vez mais estreita das Forças Armadas e das indústrias militares italianas com as de Israel.
Israel está, de facto, integrado na NATO, em cujo quartel general tem uma missão oficial permanente, de acordo com o «Programa de Cooperação Individual», ratificado em Dezembro de 2008 (pouco antes da operação israelita «Chumbo Fundido», também conhecida como o «Massacre de Gaza», em Gaza).
Isto estabelece, entre outras coisas, a ligação das Forças Armadas Israelitas, incluindo as forças nucleares, ao sistema electrónico da NATO. Imediatamente após o Blue Flag 2017, os pilotos israelitas (treinados com caças-bombardeiros italianos M-346) retomaram o bombardeio dos palestinianos de Gaza, enquanto o Primeiro Ministro Gentiloni, declarava que «o futuro de Jerusalém, cidade sagrada única no mundo, deve ser definido no contexto do processo de paz».
Fonte
Il Manifesto (Itália)"      [In Red Voltaire]

sábado, 23 de dezembro de 2017

O emprego em Portugal - sector público e sector privado

Para ter um emprego no sector público é exigida formação universitária ou equivvalente  a mais de metade dos que recebem um salário.

Dos «privilégios» da função pública face ao emprego no privado


No contexto da discussão do OE de 2018 e do descongelamento das carreiras da administração pública, o setor mais sacrificado pelo «ajustamento», ressurgiu o discurso sobre os privilégios dos funcionários públicos face aos do privado. A propósito dos professores, por exemplo, Lobo Xavier, referiu-se à existência de «dois sistemas»: o sistema «onde as pessoas podem fazer greve, fechar as escolas e pedir que o decurso do tempo lhes acrescente vencimentos» e o das «pessoas que sofrem desemprego (...) e que só progridem por mérito». Na mesma linha, Marques Mendes considerou que «para o país ligado ao Estado, parece que a austeridade acabou», ao contrário do «outro país, o do setor privado, dos trabalhadores por contra de outrem, dos trabalhadores independentes», que não viam «essa melhoria».


Um primeiro equívoco tem que ver, como mostra o gráfico, com a evolução do mercado de trabalho nos últimos anos. Ao contrário do que Marques Mendes supõe (ou prefere pensar), o setor público encolheu bastante mais que o privado. No período mais pesado do «ajustamento» (2011 a 2013, em valores homólogos para o 4º trimestre), o emprego na administração pública caiu -7,3%, bem acima da redução registada no privado (-3,8%). O mesmo sucede nos dois anos seguintes de vigência do anterior Governo, isto é, entre 2013 e 2015: enquanto o emprego privado regista já uma recuperação de +2,9%, o emprego público permanece em queda (-2,3%). E se analisarmos a variação homóloga para a média dos três primeiros trimestres, entre 2015 e 2017, a recuperação do emprego é mais significativa no privado (+5,5%) que no público (+1,9%). Não por acaso, aliás, a percentagem de emprego público no total da população empregada passa de 18,5% em 2012 para 16,4% em 2017.


Um segundo mito sobre os «privilégios da função pública» tem que ver com a ideia de que no privado se verificam menos progressões e promoções que na administração pública. Ora, o que um estudo recente do INE sobre as empresas privadas veio mostrar é que, em 2016, 56% dos trabalhadores sem funções de gestão foram promovidos e que, no total (com e sem funções de gestão), 45% dos trabalhadores do setor privado tiveram prémios de desempenho. Isto num ano em que as progressões da função pública e a materialização dos resultados das avaliações de desempenho continuavam congeladas. Tratando-se de um inquérito inédito, não sabemos o que terá acontecido no setor privado em anos anteriores, mas não é despropositado considerar que se tenham registado valores idênticos (pelo menos em 2015).


As diferenças salariais são uma terceira ideia de senso comum sobre o alegado desfavorecimento do setor privado face ao público. Nesses termos, os trabalhadores do Estado, tendo melhores salários (e sendo esses salários pagos por todos os contribuintes), sairiam injustamente beneficiados («vivendo à custa do privado», para usar a linguagem da mesa de café ou daqueles programas em que o Camilo Lourenço participa, sempre sem contraditório). Sabemos, porém, que os patamares salariais em Portugal refletem, em ampla medida, os diferentes níveis de qualificação escolar. Em 2015, por exemplo, a remuneração média de um trabalhador com o ensino superior era muito próxima dos 2 mil euros, sendo a de um trabalhador com o ensino secundário quase metade e a de um trabalhador com o ensino básico inferior a metade. Ora, considerando estes valores, e comparando a distribuição das qualificações no público e no privado (gráfico aqui em cima), percebe-se melhor a razão de ser das ditas «diferenças salariais».

Não se pense contudo que estes dados devem servir para colocar os trabalhadores do setor privado contra os do público (ou vice-versa). Essa é a lógica da direita que nos governou e que está hoje na oposição. E quanto a ela, não deixem de ler o recente artigo de Pacheco Pereira, sobre «o amor da direita radical pelos trabalhadores do setor privado». Perceberão melhor porque é que a ideia é sempre a de «puxar para baixo» (aproximando os padrões laborais do emprego público aos do privado), e porque é que esta direita - que não é social-democrata nem democrata-cristã - se opõe sempre, todos os anos, à subida do salário mínimo nacional.

Um olhar sobre o fascismo insidioso do PP e do Ciudadanos, dois partidos saídos do nazismo-fascismo-franquismo

«A bofetada

As eleições catalãs são uma lição contundente sobre os limites da capacidade condicionadora do Estado.

Em muitos anos não se assistia a um ato de resistência democrática como o de anteontem na Catalunha. Quem assegurava que "metade da Catalunha" seguira "o canto das sereias" e "aceitara sem críticas as mais descaradas falsificações" independentistas (Jorge Almeida Fernandes, PÚBLICO, 05.11.2017), quem duvidava da representatividade da vontade catalã de autodeterminação e a descreveu como uma "impressionante vontade de auto-engano", tem aqui a resposta.
As eleições catalãs, mais participadas (82%) que qualquer outra eleição espanhola em toda a história do sufrágio universal, são uma lição contundente sobre os limites da capacidade condicionadora do Estado (executivo, legislativo e judicial), o espanhol e os dos seus aliados, bem como da chantagem dos mandantes dos interesses económicos privados articulados com os anteriores. Estas, recordemo-nos, foram as eleições pedidas pelos partidos unionistas (Cidadãos, PSOE e PP), convocadas por um Governo central a quem a Constituição não reconhece o direito de as convocar, depois de o Senado ter decretado a suspensão da autonomia da Catalunha e os tribunais espanhóis terem ordenado a prisão dos membros do Governo e da Mesa do Parlamento da Catalunha e processado mais de um milhar de deputados, autarcas, ativistas, e até mesmo de comandantes da polícia autónoma, um mês depois da repressão violenta de milhares de cidadãos que pretendiam votar no referendo convocado para o dia 1 de outubro. Juncker e os governos da UE, advertidos por Madrid, repetiram que havia que "respeitar a legalidade e a Constituição" espanholas e calaram-se perante as mesmas ações que levaram o Conselho da Europa ou o Comité Contra a Tortura da ONU a criticar Madrid. Num caso, Rajoy superou-se a si mesmo: como o governo letão se mostrara favorável à realização de um referendo na Catalunha, a Espanha mandou tropas para a fronteira entre a Letónia e a Rússia para comprar o apoio dos letões, como confirmou o ex-ministro García Margallo (Publico.es, 18.11.2017). Diga-se, aliás, que a decisão foi tomada pela ministra espanhola da Defesa que há semanas se deixou enganar por um comediante russo que, fazendo-se passar por ministro letão, lhe alimentara o mito da ingerência russa no caso catalão. Governantes sensatos, estes.

Na Catalunha aplicou-se o que se tem tornado o novo padrão neoliberal da velha política do medo: uma nova vitória independentista seria a catástrofe económica (quebra de 20% do PIB catalão, desemprego, fuga de capitais e fim do investimento), a mesma que se profetizou, por exemplo, com a possibilidade de acordo entre PSOE e Podemos ou, entre nós, com os acordos de Costa à esquerda. Tudo previsões económicas de grande objetividade. Repetiu-se vezes sem fim a velha lengalenga das famílias divididas e dos amigos desavindos, numa curiosa nostalgia dos bons tempos, como os do Franquismo, em que se não falava de política para evitar problemas, como se de discussão política se não fizesse toda a democracia. O mais amnésico desta tese é que ela finge ignorar que foi a polícia espanhola e os ultras que saíram à rua nas manifestações pela "unidade de Espanha" que trouxeram a violência à Catalunha, e não os partidários da independência.

Estas eleições foram convocadas para ratificar a "normalidade" constitucional, toda ela feita de excecionalidade (a primeira vez que um regime autonómico é suspenso pelo Governo central; eleições realizadas com candidatos na prisão ou no exílio por motivos políticos, oito dos quais acabaram por ser eleitos deputados). Contra esta lei de exceção pronunciaram-se não só os independentistas (47,7% dos votos), mas também os Comuns (a que o Podemos se aliou) (7,5%); a favor dela uma minoria consistente de unionistas (43,7%), mas que, ao contrário dos que garantiam haver uma "maioria silenciosa" a favor de manter tudo como está, continua a não ser maioria alguma.

O que vai fazer Rajoy? O que vão fazer aquele rei, os tribunais, a polícia espanhola? Puigdemont, que, como tudo indica, voltará a ser eleito presidente da Generalitat, retomou a única estratégia possível: a da negociação. Quando ele voltar para tomar posse do cargo, o que fará Rajoy: mandar prendê-lo? Tudo indica que sim: aproveitando o final do processo eleitoral, o Supremo Tribunal acaba de processar por "rebelião e sedição" mais seis dirigentes dos três partidos independentistas. A "normalidade" constitucional parece que continuará a ser esta. A democracia, essa, é que fica à espera.

O autor escreve segundo o novo Acordo Ortográfico»

[Manuel Loff in Público pt]

sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

Os partidos nazistas-fascistas o PP e o Ciudadanos, este ainda mais à direita que o PP, representam uma vitória de Hitler que perdura em 2017



A direita nazista-fascista- franquista na Espanha é representada pelo PP e pelo Ciudadanos, este o mais à direita de todos.

A actual Constituição espanhola é a Constituição do medo aos nazistas-fascistas-franquistas-falangistas.



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Viva a República da Catalunha

Os defensores da República da Catalunha conseguiram mais de metade dos deputados no novo Parlamento da Catalunha.

Os partidos fascistas espanhóis o PP e o Ciudadanos, herdeiros  de Hitler, Mussolini e Franco, herdeiros da vitória fascista na guerra-civil de 1936-39 querem destruir a Catalunha.

A Direita portuguesa virou monárquica, na prática o ódio à Catalunha é também o ódio à República de Portugal.

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

A Catalunha vai votar sob ocupação militar-policial de um país estrangeiro

A ocupação militar-policial da Catalunha por um país estrangeiro continua e continuará.
O Ciudadanos é um partido corrupto cujo programa é a corrupção, existe para corromper a dignidade dos cidadãos e cidadãs da Catalunha, através do medo e do apoio à ocupação estrangeira. O partido Ciudadanos existe para corromper a dignidade das pessoas, para que estas, aceitem a ocupação colonial decorrente da vitória do fascismo-franquismo-falangismo em 1939, com o apoio directo de Hitler e de Mussolini.
As pessoas 'deverão' abdicar da sua dignidade por medo. No entanto há muitos cidadãos e cidadãs da Catalunha que vão votar na República da Catalunha.

"Solidariedade com a Catalunha




«Londres, París, Milán o Berlín se han levantado teñidos de amarillo en una acción conjunta de los CDR internacionales. El ‘Millenium Bridge’ de Londres, junto a la Tate Modern y a la catedral de St Paul’s, la Plaza 25 de Abril de Milán, la Passerelle Léopold-Sedar-Senghor de París o los alrededores de la Alexanderplatz de Berlín se han levantado este domingo teñidos de amarillo en protesta a los encarcelamientos de los líderes políticos y civiles catalanes y la aplicación del artículo 155.»"

[In blog «Entre as brumas da memória]  

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Catalunha ou a Democracia na cadeia


Na Catalunha a Democracia foi espancada na rua pelos colonialistas castelhanos.

Na Catalunha a Democracia está na cadeia.

Os tribunais inquisitoriais de Madrid baseiam-se na Inquisição e no fascismo franquista-falangista.
Muda-se o tempo mudam-se os motivos para prender os dirigentes da Catalunha: primeiro foram presos por beberem água em tempo de seca, agora os motivos são andar à chuva de guarda chuva ou andar à chuva sem guarda-chuva.

E assim vai esta distopia, esta orgia de colonialismo e perseguição por delito de opinião. Na União Europeia tudo bem, o Kosovo vai bem.

sábado, 9 de dezembro de 2017

Trump é muito perigoso, já incendiou a Palestina em nome da barbárie dita democrática

O Estado de Israel foi criado pela União Soviética e pelos Estados Unidos, com o apoio da ONU, para compensar os judeus das atrocidades que sofreram às mãos dos alemães durante o III Reich. Estaline foi o principal impulsionador da criação do Estado de Israel, no quadro da ONU com a divisão da Palestina em dois Estados, o Estado de Israel e o Estado da Palestina.
Em 2017 o Estado da Palestina está sob ocupação do Estado de Israel com o apoio dos Estados Unidos. Os palestinianos são roubados, presos, torturados e assassinados pelos judeus.
Em 2017 O Estado de Israel baseia-se num fanatismo religioso altamente delirante, altamente desumano e altamente perigoso para a Humanidade. A barbárie israelita chama-se barbárie em nome da Democracia, porque os eleitores são na sua maioria tão malvados como os eleitos.
Trump acossado no plano interno decidiu mudar a embaixada dos EUA de Tel Aviv para Jerusalém, incendiando a Palestina.

"Acabou o teatro dos EUA entre Israel e Palestina (Alexandra Lucas Coelho) 

«Israel nunca se viu realmente confrontado com a ilegalidade do que tem feito, de forma crescente, desde 1967. Os Estados Unidos nunca foram confrontados com o facto de serem árbitros e ao mesmo tempo principais aliados de uma das partes. Sempre houve aqui um conflito de interesses e toda a gente assobiou para o ar.»"  [Cit in blog «Entre as brumas da memória»] 

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Os alemães vão abdicar das vantagens que o euro germânico lhes dá? Berlim só se rende quando não tiver alternativa.

"Será possível curar o euro?




«Com a eleição de Mário Centeno para a presidência do Eurogrupo as perguntas e inquietações relevantes multiplicam-se. Tanto Centeno como Costa têm sido claros na necessidade de impulsionar uma reforma do euro que permita conciliar disciplina nas finanças públicas com a criação de uma economia que não condene o Estado social à míngua e a juventude à precariedade e ao desemprego. Ao contrário do seu antecessor, Dijsselbloem, para quem a atual ordem do euro era sagrada e inamovível, tudo indica que Centeno percebe que o euro só se mantém a flutuar porque o BCE resolveu colocar entre parêntesis o artigo 127 do Tratado de Funcionamento da União Europeia (que limita a ação do BCE ao combate à inflação) começando a fingir que é um banco central a sério, imitando as políticas de financiamento monetário da economia da Reserva Federal dos EUA. Não tenho quaisquer dúvidas sobre as competências teóricas de Centeno, nem sobre a sua capacidade de argumentar serenamente com os seus colegas (muitos deles ansiosos por alguém que não tenha medo da verdade) sobre novos caminhos a trilhar. O principal problema da saúde do euro não reside na teoria económica, mas naquilo a que Lutero chamava o lenho retorcido da condição humana. A ortodoxia da austeridade, de que o governo alemão tem sido o campeão, alimenta-se de um profundo elemento de irracionalidade. Fazendo uma analogia: alguém acredita que será possível convencer Trump da seriedade das alterações climáticas com um bom manual de física básica? Do mesmo modo, tenho dúvidas de que o cartel da austeridade que está a sangrar os europeus seja demovido da sua funesta ideologia através de argumentos inteligentes. O carácter patológico da ideologia reside na sua total blindagem tanto à razão como às provas empíricas. Isso vale para Trump, em relação ao clima, como para Schäuble em relação à austeridade, como para os saudosistas da URSS, que continuam amarrados a um mito que nunca existiu.
Os donos da atual ortodoxia do euro precisariam de ser tratados com técnicas terapêuticas típicas da psicanálise. Teriam de ser levados, suavemente, ao momento traumático da discussão franco--alemã entre 1990 e 1997, onde se desenhou e consolidou o absurdo edifício de uma moeda que viola todas as regras da sã doutrina económica e toda a experiência histórica das uniões monetárias bem--sucedidas. Esses anos, entre o Tratado de Maastricht (1992) e o Pacto de Estabilidade e Crescimento (1997), marcam o recalcamento da verdade objetiva. Empurrada pela França para o euro, Berlim resolveu - entre o trauma da sua população pela perda do marco e a gestão de novas oportunidades para as suas elites - rasgar tudo o que se sabia sobre as reformas estruturais que permitem passar de moedas nacionais para uma moeda comum. Nesses anos, foram esquecidos os ensinamentos de Robert Mundell (1961), as lições do fracassado Plano Werner (1970), os sábios conselhos do Relatório MacDougall (1977) que considerava como requisito mínimo para uma maior integração europeia um orçamento comunitário entre 5% e 7% do PIB europeu (hoje o orçamento europeu corresponde ainda a um magro 1% do PIB agregado da UE). Nem o célebre Manifesto dos 62 economistas alemães (1992), acusando corretamente Maastricht de estar a construir a casa pelo telhando (a moeda antes da união política), foi poupado. O euro tornou-se a mais bizarra experiência histórica de uma união monetária de baixo custo: um condomínio onde se vive sem confiança, com escassa justiça, e onde o futuro é tema tabu. Boa sorte, Mário Centeno!»
Viriato Soromenho Marques" [Cit in blog «Entre as brumas da memória»]
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sábado, 2 de dezembro de 2017

Terrorismo em Portugal

«A rede terrorista de extrema-direita no pós-25 de Abril

Há alguns dias, pus aqui um pdf com o conteúdo do livro Quando Portugal Ardeu.
Fica hoje uma entrevista muito esclarecedora ao seu autor, Miguel Carvalho. De certo modo, até mais frontal do que o próprio livro, na minha opinião.» [Joana Lopes in blog «Entre as brumas da memória]




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