quinta-feira, 20 de abril de 2017

Mélenchon representa a nova Esquerda em França, que não se submete ao imperialismo alemão

Contra o imperialismo alemão erguem-se na França Mélenchon e Marine Le Pen. 
Marine Le Pen apresenta um caderno de encargos do tempo da Inquisição, mais ou menos dissimulado. Se Marine Le Pen abondonasse os aspectos do tempo da Inquisição ganharia as eleições.
Mas, a defesa dos interesses nacionais não é exclusiva da extrema-direita. Mélenchon mostra que a Esquerda não é só constituída por traidores ao serviço do imperialismo alemão.

«Hoje, Mélenchon tem um plano A e um plano B para a Europa. A primeira escolha será “uma saída concertada dos tratados europeus, através do abandono das regras existentes por todos os países que o desejem, e a negociação de outras regras”. As regras que quer abolir são o Pacto de Estabilidade e Crescimento, o limite dos 3% do défice, o Acordo Comercial da UE com o Canadá ou a directiva da livre circulação de trabalhadores.
O plano B, se não houver países-membros suficientes interessados em abrir esta discussão que propõe, se chegar à presidência, seria “a saída unilateral da França dos tratados europeus, para propor outras formas de cooperação”. Propõe então “requisitar o Banco de França para transformar o euro em moeda comum e já não única”, segundo diz o seu programa, e instaurar “o controlo de capitais e de mercadorias nas fronteiras nacionais.”» [In jornal «Público» net]

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