quinta-feira, 29 de setembro de 2016

O desprezo pela condição humana nas praxes académicas e no militarismo


As praxes académicas do século XXI tem as suas raízes no nazismo e nas praxes da Juventude Hitleriana. São práticas de humilhação da condição humana.
São estes mesmos alunos e alunas das universidades que desprezam os direitos das pessoas, que foram indiferentes ao sofrimento, à pobreza e à fome provocados pelo governo de Passos Coelho e pela Troika germânica.
As praxes académicas são rituais de desumanização, são rituais para a preparação das pessoas para realizarem ou pactuarem com actos desumanos.
As praxes académicas já chegaram ao homicídio, «tudo numa boa» como dizem os brasileiros.
«Tudo numa boa» aplica-se às mortes de soldados em tempo de paz, em nome de um militarismo fascista que ainda resiste em Portugal, por culpa dos deputados que aprovam leis que tal permitem. E por culpa do poder judicial, que prendeu o ex-primeiro ministro José Sócrates, que não matou ninguém, mas os dirigentes do Regimento de Comandos responsáveis por homicídios, nomeadamente o médico (estilo médico de Auschwitz) nem são presos nem sequer incomodados.

Tudo isto revela a desumanidade, a injustiça que se instalaram na sociedade portuguesa e o desprezo pela condição humana e pela vida humana. 

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