sexta-feira, 3 de junho de 2016

É ainda muito ténue a resistência em Portugal contra a Ditadura auschwitziana do IV império da Alemanha, liderado por Ângela Merkel

A Ditadura auschwitziana da Alemanha sobre a chamada União Europeia, via Bruxelas e via Frankfurt, com o apoio dos Estados Unidos, nomeadamente via FMI, não vai durar mil anos. O imperialismo alemão de 2016 é um Mal Absoluto, como era em 1942. Parte da elite alemã do III Reich acabou mal, mas outra parte recuperou depressa poder e riqueza. O nazi Hugo Boss que fazia fardas para os mais fervorosos apoiantes de Hitler, acabou por construir uma multinacional da moda, que em 2016 é muito bem sucedida. O amigo pessoal de Hitler Porsche acabou por estruturar as bases de uma multinacional de automóveis desportivos, que em 2016 é muito bem sucedida. Os alemães actuais não são eticamente e moralmente melhores que a geração que elegeu Hitler em eleições livres. Eles são perigosos, são absolutamente indiferentes ao Mal que fazem a terceiros. A nova Divisão Azul da nova Wehrmacht, em Portugal e na Espanha, em 2016, são os troikanos e as troikanas.


«Pensar na libertação


O Governo actual, através do orçamento e do programa de estabilidade, mostra que é possível fazer uma repartição mais justa dos custos da austeridade, mas igualmente que não consegue dar o impulso decisivo para um crescimento económico que possibilite a resolução dos constrangimentos estruturais que esmagam a economia e sociedade portuguesas. Isto porque, sendo muitas as diferenças entre o anterior e actual governos, há uma linha comum que os liga: o rigoroso cumprimento "dos compromissos inerentes à participação de Portugal na Zona Euro". 

Octávio Teixeira, Libertar-se das amarras, Jornal de Negócios.

E já que estamos a falar em amarras, recomendo também que escutem a intervenção do Jorge Bateira, precisamente numa sessão sobre a libertação do país face ao Euro e restante tralha pós-democrática, propondo a constituição de uma ampla frente para efectuar tal tarefa, em linha com uma discussão que vai fazendo o seu caminho em múltiplos países do continente.» (In blog «Ladrões de Boicicletas») 

Sem comentários:

Enviar um comentário