sábado, 9 de abril de 2016

João Soares à bofetada e Miguel Sousa Tavares à paulada - dois pesos e duas medidas, o plágio ou infâmia intelectual de Miguel Sousa Tavares é considerado virtuoso

João Soares atacou os críticos no Facebook ameaçando-os de bofetadas, Miguel Sousa Tavares atacou os que criticaram a sua fraude intelectual que é o livro-plágio «Equador», ameaçando-os de os atacar à paulada. É comum considerar que os leitores habituais do jornal «Expresso» são burros e ignorantes, pelo menos são tratados como tal pela direcção do jornal, não aprenderam nada no «Expresso» sobre o livro «Cette nuit la liberté»,

nem sobre o crime organizado do chamado Grupo de Bilderberg.


A INFÂMIA INTELECTUAL MOSTRA-NOS OS FALSOS VALORES DE UMA ÉPOCA. A infâmia intelectual e as suas cumplicidades mostram-nos os falsos valores de uma época de maneira altamente vil e chocante. São estes praticantes e cúmplices da infâmia intelectual que andam a falar da ética e da moralidade. Certamente que é da ética e da moralidade da infâmia intelectual e das suas cumplicidades.

Os jornalistas portugueses, especialmente os das televisões, são especializados em ocultar as verdades inconvenientes, para os seus patrões e administradores, e para outros colegas jornalistas  e comentadores de televisão.
Há tempos escrevi o que se segue e que continua actual.


Enquanto estive a ouvir o moralismo de Miguel Sousa Tavares, lembrei-me de um «post» que tinha publicado sobre ele.

A RTP, a SIC e a TVI, que tanto criticam a Censura na Coreia do Norte, também fazem Censura, tipo Coreia do Norte. Fazem censura omitindo factos relevantes e depois mentem de má-fé como tem sido no caso de cópia, irrefutavelmente comprovada, de frases inteiras do livro «Cette nuit la liberté», por Miguel Sousa Tavares, para o livro «Equador». Que grande copianço, que grande plágio, do «moralista» Miguel Sousa Tavares. Parece que estamos na Coreia do Norte, porque a verdade sobre este estranho caso não pode ser divulgada.
Estive a ver o programa da «SIC Notícias» «Conversas Improváveis», às 23 horas, enquanto preparava este «post», em que participou o «moralista» Miguel Sousa Tavares e Francisco Louçã. Nesse programa insinuou-se, claramente, que Miguel Sousa Tavares não praticou plágio. Mas copiou parte de um livro como podemos ver neste blog. Mentir, mentir, mentir.


Uma curiosidade da Censura que é praticada em Portugal é que é Estatal e Privada.
Há várias Comissões de Censura Estatal com nomes complicados, para darem a entender que praticam a Censura, em nome da «Liberdade», isto é, da Liberdade de Praticar a Censura.
Mas, hoje vamos tratar das Censuras de Tipo Feudal, isto é, das Censuras Privadas.

Quem lê os «media» tradicionais portugueses fica com a ideia de que os autores do livro «Cette Nuit la Liberté» fizeram grande copianço, pelo livro «Equador».
Neste caso de copianço ganha relevo especial a questão dos frangos.
Pelos vistos «Cette Nuit la Liberté» copia por «Equador» a questão dos frangos, sem especificar se os frangos são ou não frangos de aviário.
Ficámos a saber, que as Armas de Destruição Maciça do Iraque eram para destruir os frangos de aviário de «Sir Bhupinder Singh, chamado “ O Magnífico”, sétimo marajá de Patiala».





«Lord Mountbatten savait porquoi il avait été rappelé à Londres. Depuis qu’il avait quitté son commandement suprême interalliédu Sud-Est asiatique, il avait solvente répondu à l’invitation du Premier ministre soucieux de recueillir son avis dans les affaires concernant cette partie du monde. Au cours de la dernière visite, l’interêt de Clement Attlee s’était cepandant concentre suru n pays qui n’avait pas appartenu au théâtre d’ópérations sous son autorité, les Indes. Mountbatten avait tout à coup ressenti
“une impression très désagréable”. Sa prémonotion s’était montrée justifiée. Attlee avait en effet l’intention de le nomer vice-roi des Indes, de lui le donner ainsi le poste le plus élevé de l’Empire, la prestigieuse fonction d’une longue ligné d’Anglais qui avait présidé aux destinées d’un cinquième du genre humain. Mais ce n’était pas pour gouverner l’Empire des Indes que Clement Attlee avait choisi Louis Mounbatten. C’était por accomplir la mission la plus douloureuse dont pouvait s’acquitter un Britannique, organiser le retrait de l’Angleterre des Indes.
Ce prestigieux amiral de sang royal ne souhaitait pour rien au monde se voir confie cette tâche d’exécuteur. Dans le naif espoir d’obliger Attlee à renoncer à sa nomination, il avait subordonné son acceptation à tout un éventail d’exigences allant»
(page 22)


«Le seigneur incontesté des plaisirs de la chasse et de la chair avait été le père du chancelier de la Chambre des princes, Sir Bhupinder Singh, dit “Le Magnifique”, septième maharaja de Patiala. Avec sa stature colossale, ses cent trinte Kilos, ses moustaches relevées comme les cornes d’un taureau brave, sa splendide barbe noire, soigneusement enroulée et noué derrrière le cou à la vraie mode des Sikhs, ses lèvres sensuelles et l’arrogance de son regard, il paraissait être tombé d’une gravure mogole. Pour le monde de l’entre-deux-guerres, Sir Bhupinder incarna toute la splendeur des maharajas des Indes. Son appétit était tel qu’il pouvait avaler sans effort vingt kilos de nourriture chaque jour. Il dévorait volontiers deux ou trois poulets à l’heure du thé. Il adorait le polo et, galopant à la tête de ses “Tigres de Patiala”, il avait remporté sur tous les terrains du globe des trophées qui emplissaient son palais. Pour permettre ses prouesses, ses écuries abritaient cinq cents des plus beaux spécimens de la race chevaline.»
(page 238)







Miguel Sousa Tavares em todas as televisões, nos jornais e revistas, atacou violentamente os que o acusaram de plágio.
Este caso chegou a ir a julgamento. As pessoas que Miguel Sousa Tavares acusou, cujos nomes não foram divulgados, foram julgadas e, OBVIAMENTE, absolvidas. Mais, o Tribunal decidiu que os leitores deviam ler estes dois livros e avaliarem, por si, se houve ou não plágio.
OBVIAMENTE, QUE A DECISÃO DO TRIBUNAL NÃO FOI DIVULGADA PELAS TAIS TELEVISÕES. TAMBÉM NÃO FOI DIVULGADA PELAS REVISTAS, NEM PELOS JORNAIS DE MAIOR AUDIÊNCIA.

Observação: Quem não sabe francês tem que seleccionar e copiar os textos em francês primeiro e depois usar o «Google tradutor».
Se usar o «Google translate» do blog ele não é perfeito. Se seleccionar língua portuguesa nada traduz, dizendo que o blog já está na língua portuguesa. Se traduzir para inglês ou espanhol (castelhano) ou outra língua, só traduz o que está na língua portuguesa, deixando o que está em francês, na mesma, isto é, na língua francesa.
Por outro lado o «Google Tradutor» não traduz textos fotografados, que são editados através de imagens.

Cópia é plágio, plágio é roubo de ideias, plágio é infâmia, plágio é corrupção infame.


 ISTO NÃO É PLÁGIO ? (Para quem não sabe ler a língua francesa)



«Luís Bernardo Valença, instalado confortavelmente num assento de uma carruagem de 1ª Classe, recosta-se e observa a paisagem alentejana ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Lisboa e foi chamado a Vila Viçosa, ao palácio real, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de Governador de S. Tomé.



Louis Francis Mountbatten, instalado confortavelmente no assento de um automóvel, recosta-se e observa a paisagem londrina ao mesmo tempo que vai rememorando as circunstâncias desta sua inesperada viagem. Estava em Zurique e foi chamado a Downing Street, residência do Primeiro-Ministro, onde será convidado a assumir uma função absolutamente inesperada: a de último Vice-Rei da Índia.Ambos são jovens bem parecidos com ambições e consideram absurdas as propostas que lhes são apresentadas.Assim se iniciam os livros «Equador», de Miguel Sousa Tavares, e «Fredom at Midnight», de Dominique Lapierre e Larry Collins.

Sousa Tavares, na bibliografia publicada nas últimas páginas notifica a consulta de La Pierre, Dominique e Collins, Larry – «Cette nuit la liberté», Éditions Robert Laffont, Paris 1975.

As parecenças poderiam ficar por aqui. Mas não ficam. Quem lê a forma como os livros se desenvolvem nota a olho nu variadíssimos pontos comuns. Não só de construção como até de linguagem.Uma observação mais atenta dá-nos conta de que há parágrafos inteiros que foram pura e simplesmente traduzidos, quase ao pormenor. Outros tiveram uns pequeninos toques: ligeiras alterações de nomes ou de números.

Assim se constituem as fraudes.

«Equador» foi um caso raro de marketing e de vendas. O que teriam a dizer sobre isso os pobres Lapierre e Collins.Considerámos a hipótese de fazer aqui, para os menos entendidos na língua inglesa, a tradução dos parágrafos originais. Seria tempo perdido: a tradução de Sousa Tavares é suficientemente razoável.Cada um de nós poderá verificar tranquilamente, pelos seus próprios olhos, as indiscutíveis semelhanças entre os dois livros. E ler, no original, o que o autor de «Equador» fez passar por seu, sem pudor. Imperdoável.Nas páginas de onde saíram estes nacos de prosa, outros há que poderiam merecer aqui menção honrosa. Mas isso seria tirar o prazer de quem pode, a partir de agora, lançar-se na «corrida à cópia», descobrindo a seu bel-prazer mais algumas pérolas da exploração de trabalho alheio.Na bibliografia adjacente à 1ª Edição de «Equador», Sousa Tavares apresenta 29 livros consultados. Esfregamos as mãos de contentamento: se em apenas um livro conseguiu retirar tudo o que aqui se publica, imagine-se o que iremos encontrar nos restantes 28...

A busca vai começar!Orgulhosamente, Sousa Tavares disse um dia: «Eu pus o país a ler!» E pôs. Nunca tantos portugueses terão lido os pobres Lapierre e Collins.BOM APETITE!



«(...)Sir Buphinder Sing, O Magnífico, sétimo marajá de Patiala, não era o mais rico, mas era seguramente o mais imponente dos príncipes indianos, com o seu metro e noventa de altura e os seus cento e quarenta quilos de peso. Todos os dias, despachava vinte quilos de comida, incluindo três frangos com o chá das cinco, e três mulheres do seu harém, depois do jantar. Para satisfazer as suas duas principais paixões – o pólo e as mulheres – o seu palácio abrigava quinhentos puro-sangues ingleses e trezentas e cinquenta concubinas, servidas por um exército de perfumadores e esteticistas, destinado a mantê-las sempre apetecíveis para o apetite voraz de Sir Buphinder. Tinha também o seu corpo privado (sic) de especialistas em afrodisíacos, de modo a mantê-lo capaz de dar conta de tão ingente tarefa. Com o avançar dos anos, tudo foi sendo experimentado na dieta alimentar do marajá, para melhor estimular o seu apetite sexual: concentrados de ouro, prata e especiarias, miolos de macaco decapitado em vida e até rádio. Finalmente, Sua Exaltada Excelência haveria de morrer, prostrado à mais incurável das doenças: o tédio» (...).Miguel Sousa Tavares, «Equador», págs. 245 e 246, 1ª Edição, 2003



«(…) The acknowledged master of his generation in both fields was the Sikh Sir Bhupinder Singh, the Magnificent, the seventh Maharaja of Patiala (...). With his six-foot-four-inch frame, his 300 pounds (…). His appetite was such that he could consume twenty pounds of food in the course of a strenuous day or a couple of chickens as a tea-time snack. (…) To sustain those efforts, his stables harboured 500 of the world’s finest polo ponies. (…) As he came to maturity his devotion to his harem eventually surpassed even his passions for polo and hunting. (…) By the time the institution reached its fullest fruition, it contained 350 ladies. (…) Sir Buphinder opened his harem doors to a parade of perfumers, jewelers, hairdressers, beauticians and dressmakers. (…) Further to stimulate his princely ardours, he converted one wing of the harem into a laboratory whose test tubes and vials produced an exotic blend of scents, cosmetics, lotions and philters. (…) Recourse to aphrodisiacs was inevitable. His Indian doctors worked up a number of savoury concoctions based on gold, pearls, spices, silver, herbs and iron. For a while, their most efficacious potion was based on a mixture of shredded carrots and the crushed brains of a sparrow. When its benefits began to wane, Sir Bhupinder called in a group of French technicians whom he naturally assumed would enjoy special expertise in the matter. Alas, even the effects of their treatment based on radium proved ephemeral (…). His was a malady that plagued not a few of his surfeited fellow rulers. It was boredom. He died of it» (…).Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», págs. 175 e 176. 2ª Edição, 2002



«Quanto ao marajá de Gwalior, esse, imaginou a mais curta e mais extraordinária das linhas férreas de toda a Índia: era um comboio miniatura, também com os carris em prata maciça, que tinha origem na copa do palácio e penetrava na sala de jantar, através da parede. Aí, sentado em frente a um comando cheio de botões, o próprio anfitrião fazia o comboio correr ao longo da extensa mesa, apitando e acendendo luzes e fazendo-o parar diante de cada convidado para que este se servisse do vagão-whisky, do vagão-Porto, do vagão-Madeira ou do vagão-tabaco».Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 247, 1ª Edição, 2003



«The passion of the Maharaja of Gwalior (...) was electric trains. (…) It was laid out over 250 feet of solid silver rails set on a mammoth iron table at the centre of the palace banquet hall. (…) By manipulating his control panel, the prince could pass the vegetables, send the potatoes shuttling through the banquet hall, or order an express to the kitchens for a second helping for a hungry guest».Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 171. 2ª Edição, 2002



«(...)Também o marajá de Mysore vivia obcecado com as suas capacidades erectivas: a lenda prescrevia que o segredo do seu poder e prestígio entre os súbditos era a qualidade da ercção do seu príncipe, e, assim, uma vez por ano, durante as festas do Principado, o marajá exibia-se ao seu povo, sobre o dorso de um elefante e em pleno estado de erecção. Para isso também ele recorria a todo o tipo de afrodisíacos que os especialistas de ocasião pudessem recomendar. A sua ruína aconteceu quando fez fé num charlatão que lhe garantiu que o melor remédio para uma erecção sempre pronta era pó de diamante: Sua Majestade Elevadíssima arruinou o tesouro real a engolir chás de diamante em benefício do seu ceptro erguido. (...)»Miguel Sousa Tavares, «Equador», pág. 246, 1ª Edição, 2003



«(...)Until the turn of the century it had been the custom of the Maharaja of Patiala to appear once a year before his subjects naked except for that diamond breastplate, his organ in full and glorious erection. (…) As at the Maharaja walked about, his subjects gleefully applauded, their cheers acknowledging both the dimensions of the princely organ and the fact that it was supposed to be radiating magic powers… (…).

An early Maharaja of Mysore was informed by a Chinese sage that the most efficacious aphrodisiacs in the world were made of crushed diamonds. That unfortunate discovery led to the rapid impoverishment of the state treasury as hundreds of precious stones were ground to dust in the princely mills. (…)»Dominique Lapierre e Larry Collins, «Freedom at Midnight», pág. 168. 2ª Edição, 2003»



(In blog «freedomtocopy»)

A APOLOGIA ÉPICA DA INFÂMIA INTELECTUAL

«Equador : Miguel Sousa Tavares
"As ilhas são lugares de solidão e isso nunca é tão nítido como quando partem os que apenas vieram de passagem e ficam no cais, a despedir-se, os que vão permanecer. Na hora da despedida, é quase sempre mais triste ficar do que partir." in Equador

A Obra
"Quando, em Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-Rei D.Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos de interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse a mudar a vida. É com esta história admiravelmente bem escrita, comovente e perturbadora que Miguel Sousa Tavares inaugura a sua incursão na escrita literária. EQUADOR foi o fruto de uma longa maturação e investigação histórica que inspirou um romance fascinante vivido num período complexo da história portuguesa, no início do século XX e últimos anos da Monarquia."fonte: Oficina do Livro

O Autor
Miguel Sousa Tavares nasceu no Porto. Começou pela advocacia, que abandonou pelo jornalismo, daí chegando aos poucos à escrita literária. Em 2003, publica o seu primeiro romance, Equador, um bestseller, com mais de 250.000 exemplares vendidos em Portugal, editado na Holanda e no Brasil e com traduções em curso em várias outras línguas. Livros editados pela Oficina do Livro: Não te deixarei morrer, David Crockett (2001) - pequenos textos e contos; Anos Perdidos (2001) - edição de crónicas; Equador (2003) - o seu primeiro romance; O Segredo do Rio (2004) - conto infantil, reedição.fonte: Oficina do Livro

Os Prémios
"A tradução italiana do romance Equador - "Equatore" (edição Cavallo di Ferro: http://www.cavallodiferro.com/) - venceu a 25ª edição do prémio literário Grinzane Cavour para o melhor romance estrangeiro publicado em Itália. Considerado o mais prestigiado prémio para a literatura estrangeira publicada neste país, este galardão foi em edições anteriores atribuído a algumas das mais importantes figuras das letras mundiais, como Günter Grass, Carlos Fuentes, V.S. Naipul, Manuel Vasquez Montalban, Doris Lessing, Toni Morrison, J.M. Coetzee ou Mario Vargas Llosa.Este reconhecimento vem corolar a ampla e favorável recepção da crítica italiana ao romance de Miguel Sousa Tavares. Publicado em Outubro de 2005 pela editora Cavallo di Ferro, o livro vai a caminho da 3ª edição, e o autor já tinha sido convidado, com mais 3 autores, para participar na Feira do Livro de Turim, onde Portugal é o país convidado."fonte: Oficina do Livro
1 comentários LIGAÇÕES A ESTE ARTIGO »

Isto prova a ignorância boçal destes italianos, o que indicia uma decadência profunda da Itália.


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CRIME DE PROTECÇÃO À INFÂMIA INTELECTUAL E AO PLÁGIO, ATRÁS PROVADO NEST «POST», COMETIDO PELO MESMO PODER JUDICIAL QUE TEM JOSÉ SÓCRATES PRESO ILEGALMENTE

«Impala paga 100 mil euros a Sousa Tavares após acusação de plágio

Tribunal dá razão ao escritor, que processou a revista Focus por um texto publicado em 2006

Por: Redação / FC    |   14 de Abril de 2010 às 18:10
 O escritor Miguel Sousa Tavares vai receber uma indemnização de 100 mil euros do grupo Impala após acusações de plágio feitas num texto publicado na revista «Focus» em 2006. 

Segundo fonte da editora Leya (que publicou o romance Equador), o responsável pelo texto, Frederico Duarte de Carvalho, foi ainda condenado pelo Tribunal Cível de Lisboa ao pagamento de mais oito mil euros por ser o autor de um blogue onde o texto foi reproduzido, informa a agência Lusa. 

O texto referido intitulava-se «Esta Noite o Equador» e relatava a acusação feita pelo blogue freedomtocopy.blogspot.com, que garantia que o livro «Equador» tem partes plagiadas do livro de 1975 «Esta Noite a Liberdade», de Dominique Lapierre e Larry Collins. Também era referida a opinião de William Fisher, um especialista norte-americano em propriedade intelectual, que defende dever-se «considerar plágio quando há cópia textual de parágrafos» e que «factos históricos e ideias não estão protegidos» mas que quando alguém usa as mesmas figuras de estilo (...) é violação dos direitos de autor». 

Sousa Tavares já reagiu, dizendo que «foi feita justiça», considerando, no entanto, que só «em parte [foram] reparados os danos da difamação» de que foi alvo. Isto, para além de faltar «identificar o autor do blogue», que o escritor garante saber quem é, mas que se escusa a nomear. Apesar de ter pedido 250 mil euros de indemnização, considera os cem mil euros um valor «justo». 

A Lusa tentou obter uma reacção da Impala, mas até ao momento não foi possível.»

QUEM NÃO SOUBER LER FRANCÊS, QUE LEIA A TRADUÇÃO INGLESA E VEJA A BÁRBARA DIMENSÃO DO CRIME DE PROTECÇÃO À INFÂMIA INTELECTUAL E AO PLÁGIO, PRATICADO PELO MESMO PODER JUDICIAL QUE TEM NA CADEIA JOSÉ SÓCRATES ILEGALMENTE, COMO FAZIAM SALAZAR E A PIDE.


Ao não julgar os bárbaros e selvagens crimes cometidos pelo poder judicial nos Tribunais Plenários fascistas-salazaristas-marcelistas, a III República assumiu ter em funções o mesmo poder judicial do fascismo salazarista-marcelista, que continua a praticar os mesmos crimes de abuso de poder. O poder judicial fascista-salazarista-marcelista devia ter sido julgado como foram julgados os nazis em Nuremberga. E não devemos esquecer que o marechal Keitel foi julgado também na qualidade de juiz em tribunais militares.
Foi sobretudo pela sua actividade de juiz, que o marechal Keitel do III Reich da Alemanha foi condenado à morte e executado pelos Estados Unidos.

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