sábado, 9 de abril de 2016

A União Europeia é governada por criminosos entre eles o mafioso e discípulo de Mussolini Mário Draghi, que odeia a democracia


«Draghi sugeriu revisão da Constituição e das leis eleitorais


António Costa não levou o Programa de Estabilidade ao Conselho de Estado porque ainda decorrem as negociações com Bruxelas, em especial sobre a forma de calcular o défice.
Mario Draghi foi o convidado especial do Conselho de Estado Nuno Ferreira Santos

Pelo que foi dito e pelo que não foi, o primeiro Conselho de Estado de Marcelo Rebelo de Sousa foi uma caixinha de surpresas. Mas também bastante esclarecedor. O convidado especial, Mario Draghi, causou uma forte impressão pelo marcado perfil político com que se apresentou no Palácio de Belém, e António Costa surpreendeu muitos conselheiros pela ausência de informações sobre o Programa de Estabilidade, que era afinal um dos temas que o Presidente da República tinha inscrito na ordem de trabalhos.
A intervenção do presidente do Banco Central Europeu foi tornada pública ainda Mario Draghi falava aos conselheiros de Estado: um dos pontos-chave foi a defesa das reformas feitas pelo anterior Governo e o incitamento ao actual executivo para que, não só não as reverta, como prossiga esse ímpeto reformador.
Mas foi no debate que se seguiu – duas horas de perguntas e respostas consideradas muito interessantes – que este líder europeu mais revelou. Mario Draghi, apurou o PÚBLICO, sugeriu até a alteração da Constituição e das leis eleitorais, embora nunca o tenha feito de forma específica ou directamente visando Portugal. Se na intervenção inicial já tinha afirmado que “a melhoria do funcionamento do mercado de trabalho continua a ser fundamental” e “um importante desafio em Portugal”, nas respostas aos conselheiros considerou que as Constituições dos países são, muitas vezes, obstáculos a reformas como essa.
Mas não só. Entre as reformas estruturais que o presidente do BCE afirmou ser necessário concretizar elencou, além das expectáveis reformas da Segurança Social (a prioritária), da Justiça e da Educação, a alteração das leis eleitorais tendo em conta as questões de governabilidade.
Fê-lo, apurou o PÚBLICO, de forma suave, sem concretizar nem quais os países a que se referia, nem que tipo de mudanças preconizava. Mas para bom entendedor meia palavra basta e a ideia que deixou na sala foi a de que países como Portugal e Espanha talvez pudessem ter um sistema eleitoral que facilitasse a formação de governos maioritários quando os resultados eleitorais não fossem expressivos nessa matéria. [...]» (In jornal «Público» net)

Sem comentários:

Enviar um comentário