terça-feira, 13 de outubro de 2015

O PS ou está ao serviço dos oligarcas e da Alemanha ou acaba o Mundo?! Não, o Mundo não acaba

A direita do Partido Socialista, a ala dos ‘tachos’ («centrão dos interesses»), de supostos rejeitados (individualmente) pelo PSD incomoda-se muito por o PS não lamber as botas à oligarquia milionária e à Alemanha.


Alguns são demasiado subservientes em relação à oligarquia do dinheiro. Nessa ala direita temos o arrivista Sérgio Sousa Pinto que quer enriquecer de qualquer maneira ‘tachística’, também o secretário-geral da UGT, ex-empregado do ex-Bes, só quer agradar ao antigo patrão, a quem muito deve.
O PS só serve para defender os muito ricos e lixar a maioria da população ou é o fim do Mundo? Mas, não basta estar ao serviço da oligarquia milionária, é preciso também estar ao serviço da Alemanha, que no século XX destruiu a Europa por duas vezes e que no século XXI já está destruindo a Europa mais uma vez.


A coligação Alemanha à Frente já tinha ganho as eleições de 4 de Outubro antes destas se realizarem. E depois de concluída a votação ainda tinha ganho. Quando acabaram de contar os votos ganhou uma derrota clara. As televisões continuaram a dizer que tinha ganho, partindo do princípio de que o PS em 2015 é um partido inútil, que só serve para alguma coisa se obedecer ao PSD!!!


«Que se lixe o TINA mais as eleições

«Virar de página na política de austeridade e na estratégia de empobrecimento»; «defesa do Estado Social e dos serviços públicos»; «relançamento do investimento em ciência, na inovação, na educação, na formação e na cultura»; «um novo modelo de desenvolvimento e uma nova estratégia de consolidação das contas públicas, assente no crescimento e no emprego»; «uma política reforçada de convergência e coesão»; «restituição de feriados»; «política de rendimentos»; «IVA na restauração»; «combate à precariedade»; retirada do «cheque educação e das escolas independentes». Estas são algumas das medidas e domínios em que a coligação de direita parece estar disposta a ceder, em nome da obtenção de um acordo de governabilidade com o Partido Socialista.

É como diz o João Galamba: «PSD e CDS acusavam PS de ter um programa irresponsável e demagógico, que dava tudo a todos (...). A desorientação (...) é tanta que parecem ter mudado radicalmente de opinião e até já admitem governar com esse programa».
Acabou-se pois o TINA. Afinal há alternativas e as medidas do programa eleitoral socialista tornaram-se, num ápice, «compatíveis» com a estratégia política da direita. Tudo a bem da pátria, claro está. O ajustamento e os sacrifícios, nos últimos quatro anos, foi só por brincadeira.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

«Do afundanço da banca, no PSI-20


Digam o que disserem, a mim ninguém me tira que foi esta notícia de domingo, no Expresso, que ontem provocou a derrocada das acções da banca (Millenium BCP e BPI), no PSI-20.» (IDEM)

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