sábado, 17 de outubro de 2015

O escândalo do Apartheid de Portugal 2015


Cavaco Silva disse logo que Portugal tem um regime de Apartheid que exclui os  ‘pretos’ a ‘pretalhada’ que votou no BE e no PCP.

Contra Coelho e Portas votaram 62% dos votantes em 4 de Outubro de 2015.


Rejeitaram a coligação Alemanha à Frente de Coelho Portas e Cavaco 62% dos votantes em 4 de Outubro de 2015. Rejeitaram a ditadura germanófila dos últimos 4 anos que arruinou a maioria absoluta dos portugueses, desprezando as opiniões do PS. A loucura esteve no poder nos últimos 4 anos, uma loucura germanófila, altamente desonesta, altamente injusta, altamente hipócrita e altamente sádica.


Contra 62% dos votantes a coligação Alemanha à Frente não pode governar em democracia.

Como pode ter ganho as eleições quem recebeu um Não de 62% dos votantes?


A ala direita do PS, defensora do Apartheid, devia emigrar para a África do Sul e tentar lá restaurar o Apartheid.
E se Sérgio Sousa Pinto tivesse que trabalhar… fora do esquema partidário?...

E se Francisco (de) Assis tivesse que trabalhar… fora do esquema partidário?...


«O empobrecimento competitivo

Assinalando o Dia Internacional da Erradicação da Pobreza (17 de outubro), o Instituto Nacional de Estatística apresentou ontem - num documento síntese que vale a pena ver na íntegra - os dados definitivos do mais recente «Inquérito às Condições de Vida e Rendimento». O balanço da legislatura que agora termina não podia ser mais claro: Portugal converteu-se num país mais pobre e mais desigual, como demonstram os resultados obtidos pelo INE.


Risco de pobreza, que se manteve em cerca de 18% até 2011 dispara, em 2013, para 20%. Intensidade da pobrezasofre um agravamento sem precedentes: aumentando apenas cerca de meio ponto percentual durante a crise financeira (2008-2011), regista um acréscimo de dois pontos percentuais desde então (para passar a situar-se, em 2013, nos 30,3%). A Privação material severa, que traduz a carência forçada num conjunto de itens (como a capacidade para pagar a renda, ter uma refeição de carne ou de peixe pelo menos de 2 em 2 dias, ou manter a casa adequadamente aquecida) atinge os 10,6% (quando entre 2008 e 2011 tinha descido de 9,7 para 8,3%). Por último, a Desigualdade na distribuição do rendimento atinge um rácio de 6,2 na diferença entre a proporção do rendimento dos 20% da população com maiores rendimentos e o rendimento auferido pelos 20% com menores rendimentos).

Poderá pensar-se que estes são os custos inevitáveis do «ajustamento», mesmo quando os dados desmentem a «ética social na austeridade», prometida pelo governo no início da legislatura. Mas o que sucede, na verdade, é que o empobrecimento constitui um dos vectores essenciais da proclamada «mudança estrutural da economia portuguesa», assente na competitividade à custa de cortes nos salários directos e indirectos (e que implica, por seu turno, a desestruturação do mundo do trabalho e o reforço das «zonas de conforto» e dos rendimentos do capital).

É por isso, aliás, que muito do que está em causa nos dias que correm é a escolha, para o nosso futuro, entre uma economia medíocre, que aprofunda o empobrecimento do país, e uma economia aposta na qualificação do trabalho, na modernização dos tecidos produtivos e na coesão social. Pensar que uma e outra se podem conciliar e calibrar, num qualquer Orçamento de Estado negociado com a direita, é não perceber o que se passou nos últimos anos e subestimar a agenda ideológica que se pretende prosseguir, com a ajuda e cumplicidade das instituições europeias. Já bastam, de facto, as dificuldades e constrangimentos que teremos de enfrentar.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

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