quarta-feira, 14 de outubro de 2015

A Máfia de Bilderberg ao ataque em Portugal associada a todas as máfias que acham que Portugal tem um regime de Apartheid



A Máfia de Bilderberg, que pontifica no jornal «Expresso», na SIC e na TVI tem consciência de que é uma organização criminosa, porque as selvajarias que dizem os seus membros e convidados não têm direito a actas, porque selvajarias são selvajarias.

As máfias internas já utilizam argumentos anedóticos... como a Máfia do «Diário Económico», convencida de que Portugal tem um regime de Apartheid, cujos pretos são os votantes no BE e no PCP...


«A lógica do cherne

Se os eleitores do PS não votaram neste partido para que se constituísse «um governo com o PCP e o Bloco» não sabemos. Tal como não sabemos se os eleitores do PSD e do CDS/PP queriam, em 2011, que estes dois partidos formassem governo depois das eleições. Entre os eleitores do Partido Socialista haverá hoje, como é natural, a quem agrada e a quem desagrada o processo em curso de convergência e compromisso, à esquerda.
Mas o que já parece razoável supor é que os eleitores que votaram na coligação PàF não o fizeram para que PSD e CDS/PP viessem, depois das eleições, adoptar o programa eleitoral do Partido Socialista
(In blog «Ladrões de Bicicletas»)

«A epidemia de Outubro de 2015

Ó Raposinho, olha que, por detrás
dos números (800 mil votos perdidos 
pela PAF) há outras tantas pessoas !


Desde o dia 4, sem condições para o registar aqui, lá fui assistindo à mais alta concentração de mentiras, fantasias e javardices políticas de que tinha memória em tão curto espaço tempo. E, pronto, isto não acrescenta nada mas é só para que a história de «o tempo das cerejas» não passe ao lado da epidemia de raiva e trafulhice que atingiu a direita portuguesa.» (In blog «O TEMPO DAS CEREJAS»)

Este Henrique Raposo respira e exprime indigência intelectual e boçalidade.





«GOVERNO DE GESTÃO POR TEMPO INDETERMINADO


UMA MANOBRA QUE A DIREITA PODE USAR

Pondo de parte a hipótese de uma cisão no grupo parlamentar do PS a qual, para ser eficaz, pelas minhas (pessimistas) contas, careceria de, pelo menos, de 7 deputados – hipótese em que, apesar de tudo o que tem sido dito, não acredito pela extrema gravidade do acto em si (acho que se ficarão por umas declarações de voto) – pondo de parte esta hipótese, dizíamos, parece óbvio que a direita já está a jogar no governo de gestão por tempo indeterminado.

A crítica de Santana Lopes ao Presidente da República vai nesse sentido, embora, juridicamente, o que Santana Lopes hoje defendeu ainda não seja possível. Como pode o PR indigitar Passos sem os resultados eleitorais estarem apurados e sem ouvir os partidos? Não pode. Vai ter de esperar.

Dentro daquilo que parece ser o cenário provável, o PR da República depois de ouvidos os partidos ficará a saber duas coisas: a primeira é que o Governo de Passos será rejeitado; a segunda, que os partidos que rejeitaram o programa de governo do PAF concluíram entre si um acordo para viabilizar um governo presidido por António Costa.

Neste contexto Cavaco não teria margem político-constitucional para indigitar Passos; poderia fazê-lo, mas estaria a violar grosseiramente os mais elementares princípios de boa-fé e de cooperação institucional que está obrigado a respeitar. Não são deveres de cortesia, nem simples praxes constitucionais - são deveres jurídicos.

Cavaco tem, porém, uma saída – uma saída deselegante, é certo – na qual ele se pode estribar para indigitar Passos. A saída consistiria na incerteza que paira sobre o voto do grupo parlamentar do Partido Socialista. Se Costa lhe não garantir a unanimidade de voto e a presença dos deputados, é muito provável que Cavaco se agarre a esta probabilidade para indigitar Passos.

Qual o interesse do Governo de gestão? A direita tem todas as vantagens em lá continuar. Primeiro porque tem tempo mais do que suficiente para tirar todos os esqueletos do armário; depois, porque continua a governar, limitadamente é certo, mas a governar e a capitalizar politicamente com toda essa matilha de comentadores que tem ao seu serviço; finalmente, porque Cavaco pode enrolar esta questão, deixando-a para o seu sucessor, o qual poderá, a partir de Abril, dissolver o parlamento.


Este é um esquema que a direita pode montar e que a esquerda não pode descartar como hipótese improvável. Por ser um esquema de extrema gravidade, pelo desrespeito que representa pela vontade parlamentar, convém desde já que os partidos de esquerda e todos nós, pelos meios ao nosso alcance, comecemos por denunciar esta manobra junto da opinião pública e insistamos na ideia de que Cavaco tem obrigação de indigitar imediatamente António Costa, depois de rejeitado Passos e ouvidos os partidos com assento parlamentar.» (J M Correia Pinto in blog «Politeia»)

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