segunda-feira, 28 de setembro de 2015

O triunfo do Mal, através da Troika, na Grécia, por imposição militar e em Portugal com a ajuda dos traidores, tornou-se contagioso, o Mal impera ma ex-UE

O triunfo da Ditadura do Mal assolou a Europa com Adolf Hitler, Mussolini e Pétain na primeira metade do século XX, o triunfo da Ditadura do Mal, na Europa, com Angela Merkel, Renzi e François Hollande, assola a Europa em 2015.

Muitos portugueses começaram a ter prazer em fazer mal, em fazer mal aos outros ou sadismo e em fazer mal a eles próprios ou masoquismo, é este o eleitorado PSD-CDS, sadomasoquista.

«[P]or que é que o centro-esquerda, de modo geral, não beneficia das falhas dos seus adversários políticos? A principal razão reside na sua absorção das políticas do centro-direita, que remontam há quase três décadas: a aceitação de acordos de livre comércio, a desregulamentação de tudo e, na zona euro, das regras orçamentais vinculativas e da versão mais extrema de independência do banco central no mundo inteiro. Eles são completamente indistinguíveis dos seus adversários (...) Quando a zona euro foi construída foi com alicerces neoliberais. Lembro-me de um proeminente político social-democrata que tinha orgulho em saber de cor todas as regras do Tratado Europeu. Ninguém questionou se as regras faziam sentido (...) Será que os partidos de centro-esquerda teriam um melhor desempenho se se voltassem de novo para a esquerda? A eleição de Jeremy Corbyn como líder do Partido Trabalhista britânico pode anunciar essa mudança. Mas a Grã-Bretanha não está vinculada ao consenso da zona euro. Aí basta apenas uma mudança de governo para mudar a política, enquanto na zona euro seria necessária uma alteração do Tratado - ou, mais provavelmente, uma revolução. Está longe de ser evidente que os atuais partidos de centro-esquerda vão aparecer como agentes de mudança. Eu suspeito que não.

Wolfgang Munchau, editor associado na área de assuntos europeus, Financial Times (traduzido no DN).»
(In blog «Ladrões de Bicicletas»)

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