sexta-feira, 10 de julho de 2015

A CAPITULAÇÃO PARCIAL DE TSIPRAS DIANTE DA SELVAJARIA ALEMÃ APOIADA PELA CORJA DE COLABORACIONISTAS QUE GOVERNAM A EX-UNIÃO EUROPEIA


Tsipras decidiu capitular, parcialmente, diante de Berlim. Vai fazer o contrário do que foi decidido no referendo. A selvajaria alemã auschwitziana já conquistou o SPD. Este novo nacional-socialismo alemão é apoiado pelos traidores que governam a França, a Itália e a Espanha. Neste contexto Tsipras dá um passo em frente e dois passos atrás, capitula, parcialmente, mas vai lançar mais austeridade para cima da austeridade grega. A capitulação da Espanha e da França não parece ser eterna. A Itália é um país de máfias e de traidores.

«Antes do 5 de julho do referendo grego, as máscaras também caíram neste auge dramático da tragédia europeia. A face irada da hegemonia alemã ergueu-se em plena brutalidade, esse modo agreste em que degenera, infelizmente nos momentos mais impróprios, a virtude germânica da franqueza. O tabloide Bild de dia 7 enfiava um capacete bismarckiano na cabeça da chanceler, apelando à expulsão da Grécia da zona euro. Mas as declarações mais ameaçadoras pertenceram à elite do socialismo alemão: Sigmar Gabriel, líder do SPD e ministro da Economia, e Martin Schulz, presidente do Parlamento Europeu, que na sua exasperação chegou a "nomear" um governo tecnocrático em Atenas, depois da vitória que ele julgava segura do sim. Se a Europa fosse governada pelos adultos, que Madame Lagarde gostaria de ver na sala, estaríamos a aproveitar a oportunidade do referendo e da angústia helénicas para seguir o caminho mais racional e barato: reconstruir uma união monetária falhada, que transformou o euro no maior inimigo da UE, e numa ameaça global. A inquietante queda da Bolsa chinesa, os avisos geoestratégicos americanos, a reviravolta do FMI são sinais que aconselham prudência.» (Viriato Soromenho Marques in «DN»)

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