quinta-feira, 30 de julho de 2015

A SELVAJARIA IMPERIAL ALEMÃ EM TEMPO DE INTERNET




Negociações com Eurogrupo são uma "guerra financeira"





© Fornecido por Notícias ao Minuto
"Tratou-se de uma guerra financeira. Hoje vocês não precisam de veículos blindados para derrotar alguém. Têm os vossos bancos", afirmou Varoufakis numa entrevista que será publicada quinta-feira na revista alemã Stern, que publica hoje um extrato.
Para Varoufakis, a aceitação, por parte da Grécia, das condições impostas pelo Eurogrupo para negociar um novo resgate, foi o "ataque mais grave" que a democracia na Europa sofreu, desde o fim da II Guerra Mundial.
Segundo o ex-ministro, existiu desde janeiro, altura em que Alexis Tsipras chegou ao poder, uma espécie de "gabinete de guerra" em Atenas.
"Tivemos um gabinete de guerra desde janeiro, cinco ou seis pessoas a tratar de um possível "grexit" (saída da Grécia da zona euro). Considerámos todos os cenários possíveis nesse contexto, mas foram descartados", explicou.
No meio da crise, Varoufakis chegou a conceber um plano para introduzir na Grécia uma moeda paralela ao euro, que seria usada como instrumento para melhorar a posição negocial de Atenas.
"Esse é um tema a que dediquei toda a minha carreira académica", afirmou Varoufakis, considerado um especialista na chamada "teoria dos jogos".
O ex-responsável pela pasta das Finanças admitiu agir nas reuniões do Eurogrupo com uma tática de guerra psicológica, permanecendo sempre tranquilo num ambiente por vezes hostil.
Segundo o antigo ministro grego, o titular das Finanças alemão, Wolfgang Schäuble, é alguém que pode "explodir" em determinadas circunstâncias.
"Schäuble pode explodir e ser muito agressivo, eu vi como uma vez insultou o líder do Eurogrupo [Jeroen] Dijsselbloem", contou Varoufakis, ressalvando que consigo foi "sempre amável".
"Aprecio-o, gosto de Wolfgang e creio que ele aprecia os meus conhecimentos, Schäuble sabe o que quer e di-lo claramente, uma Europa autoritária e com menos estado social", destacou o ex-governante grego.

terça-feira, 28 de julho de 2015

A MAIOR TRAGÉDIA DA DEMOCRACIA É OS OPRIMIDOS VOTAREM A FAVOR DOS SEUS CARRASCOS


Tenho aqui referido os crimes diários cometidos pelos jornalistas que dominam os mídia principais.

São estes crimes dos jornalistas, uma máfia impune, que fazem com que o povo ultrajado e espoliado, tenha sido enganado pela SIC, pela TVI, pela RTP, pela TSF, pela Antena 1 e pelos jornais e revistas, e por isso vá votar nos seus carrascos, ao serviço da Alemanha, que são os membros e as membras do governo Coelho-Portas.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Tempo de guerra da ex-União Europeia contra a Grécia


As condições impostas pela Alemanha à Grécia são imposições típicas de uma conquista militar.

Os comunicados do «Eurogrupo» sobre a Greécia são comunicados de guerra.


A ex-União Europeia não enfrenta penas uma crise financeira e económica, enfrenta uma gravíssima crise moral e ética por parte da Alemanha, do «Eurogrupo», por parte do falso BCE e por parte da falsa Comissão Europeia.
A crise moral e ética é anterior à crise financeira. A União Europeia fomenta o crime fiscal, fomenta a evasão fiscal. Assim, a alta burguesia portuguesa vai pagar os impostos à Holanda, alegremente.
A troika nada sabe de Matemática, é um caso de criminalidade política, associada a insucesso escolar. Já destruiu um quarto da economia da Grécia e quer destruir o resto.

Vivemos uma crise moral e ética igual à que existiu quando Hitler assumiu o poder.






«“Planos B” de Lafazanis e Varoufakis animam a imprensa grega

Lafazanis e Varoufakis

Depois dos gregos não se terem entusiasmado com o relato da imprensasobre o “plano B” de Lafazanis para sair do euro, este fim de semana foram publicados detalhes do “plano B” de Varoufakis, uma versão eletrónica de moeda paralela, confirmada pelo próprio.


A seguir a Alexis Tsipras ter justificado a assinatura do acordo por não lhe terem sido apresentadas alternativas à chantagem que evitassem a bancarrota descontrolada, a Plataforma de Esquerda organizou uma sessão aberta num hotel em Atenas, com centenas de pessoas a quererem discutir os próximos passos em resposta à decisão política que diziam pôr em causa o resultado do referendo.
Nessa sessão a 14 de julho, apresentada no dia seguinte pela imprensa alemã como uma “reunião secreta”, o então ainda ministro da Energia atacou a decisão da maioria do governo em aceitar a imposição de Bruxelas e Berlim – Lafazanis abster-se-ia no dia seguinte na votação do primeiro pacote de medidas prévias exigidas pelos credores – e quis deixar claro aos seus apoiantes que ele tinha uma alternativa.
O plano de Lafazanis que Tsipras não aceitou passaria por usar os 22 mil milhões de euros detidos pelo Banco da Grécia enquanto o processo de emissão de nova moeda não estivesse concluído. Nos dias seguintes, novas versões do encontro já falavam de “assalto aos cofres” por parte da extrema-esquerda e até na prisão do governador do banco central – o ex-ministro das Finanças da troika, Yiannis Stournaras – caso ousasse de alguma forma resistir às ordens do governo.
Lafazanis foi afastado do governo após votar contra as medidas que conduzem ao terceiro memorando e o Financial Times voltou este fim de semana a “reacender” a história, com os mesmos dados que a imprensa grega tinha revelado dez dias antes. Alexis Tsipras chegou mesmo a ridicularizar os planos defendidos pelos dois ex-ministros, ao sugerir que os opositores fossem explicar ao país que a solução era “assaltar o stock de notas ou pagar aos reformados em IOU’s”…

O plano de Varoufakis: Hackear o software da troika e pôr os telemóveis a usar moeda eletrónica

Este fim de semana surgiu no diário Ekathimerini outro “plano B” que supostamente o Syriza tinha na manga mesmo antes de ir para o governo. Soube-se pela boca de Yanis Varoufakis, que decidiu contá-lo a uma plateia de investidores institucionais e privados. O ex-ministro das Finanças confirmou que tinha uma equipa de cinco pessoas a trabalhar com o seu gabinete para a criação de um sistema paralelo de liquidez, que pudesse ser ativado de forma instantânea em caso de tentativa de asfixia financeira do país, como veio de facto a suceder, e que permitiria também em último caso uma transição para uma nova moeda.
Tsipras nunca deu a luz verde para a execução do plano – que para ser concretizado iria necessitar de mil funcionários em vez de cinco – nem mesmo depois do referendo, quando Varoufakis foi derrotado no governo, ao defender a escalada do conflito com os credores, apoiando-se nos 61% do “Oxi”.
O plano de Varoufakis passava por entrar na rede informática do sistema da receita fiscal – cujo secretário-geral diz estar “controlado pela troika” [e não o próprio software informático, como traduziu erradamente o Ekathimerini] – e ter acesso às contas e dados fiscais de todos os contribuintes. Dessa forma, “apenas carregando num botão”, o ministério das Finanças podia transferir digitalmente notas promissórias (os IOU), acompanhadas por um código para que o destinatário (empresa ou contribuinte individual) pudesse usar esse valor em euros para os seus pagamentos. Varoufakis acredita que o sistema tinha potencial para se espalhar rapidamente, nomeadamente através das aplicações para telemóvel que serviriam para facilitar as transações.
O ex-ministro das Finanças confirmou ao diário britânico Telegraph que as citações que lhe atribuem desse encontro com investidores estão exatas, mas diz que a imprensa está a distorcê-las para tentar provar que ele defendia a saída do país do euro, posição que sempre combateu. “Distorcem totalmente a minha posição para parecer que eu queria um sistema de liquidez paralela. Eu sempre fui totalmente contra desmantelar o euro porque não se sabe que forças obscuras isso pode libertar na Europa”, afirma. «(In «InfoGrécia»)

domingo, 26 de julho de 2015

UM DOS PRINCÍPIOS FUNDADORES DA UNIÃO EUROPEIA É FAZER GUERRA CONTRA O POVO GREGO


Habermas: “Governo alemão assumiu-se como chefe disciplinador da Europa”

Jürgen Habermas. Foto Európai Bizottság/Dudás Szabolcs

O infoGrécia traduziu a entrevista de Jürgen Habermas ao Guardian sobre o acordo imposto à Grécia em Bruxelas. O filósofo alemão diz que ele constitui “um ato de punição de um governo de esquerda” e que as medidas exigidas são uma “mistura tóxica de reformas” que irão “matar qualquer ímpeto de crescimento” na Grécia.

Qual o seu veredito sobre o acordo alcançado segunda-feira?
O acordo sobre a dívida grega alcançado segunda-feira é prejudicial, tanto no seu resultado como na forma como foi alcançado. Em primeiro lugar, o resultado das conversações é insensato. Mesmo que se considerem os termos estranguladores do acordo como o curso normal, ninguém espera que estas reformas possam ser postas em prática por um governo que, ele próprio, admite que não acredita nos termos desse acordo.
Em segundo lugar, o resultado não faz sentido em termos económicos, devido à mistura tóxica de reformas estruturais do Estado e da economia necessárias com novas imposições neoliberais que vão desencorajar completamente uma população grega exaurida e matar qualquer ímpeto de crescimento.
Em terceiro lugar, o resultado significa a assunção de um Conselho Europeu politicamente falido: relegar um Estado-membro para o estatuto de protetorado contradiz abertamente os princípios democráticos da União Europeia. Finalmente, o resultado é vergonhoso porque força o governo grego a concordar com um fundo de privatização economicamente questionável e predominantemente simbólico, que só pode ser entendido como um ato de punição de um governo de esquerda. É difícil ver como se poderia ter causado mais danos.
E, no entanto, o governo alemão fez exatamente isto quando o ministro das finanças Schäuble ameaçou a Grécia com a expulsão do euro, assumindo-se, desavergonhadamente, como o chefe disciplinador da Europa. O governo alemão fez, desta forma, pela primeira vez, a reivindicação manifesta da hegemonia alemã na Europa – esta é, de qualquer forma, a maneira como as coisas são percebidas no resto da Europa, e esta perceção define a realidade que conta. Temo que o governo alemão, incluindo os seus aliados social-democratas [do SPD], tenha deitado fora numa noite todo o capital político que uma Alemanha melhor tinha acumulado em meio século – e por «melhor» quero dizer uma Alemanha caracterizada por uma maior sensibilidade política e uma mentalidade pós-nacional.
Quando o primeiro-ministro Alexis Tsipras convocou o referendo no mês passado, muitos políticos europeus acusaram-no de traição. A chanceler alemã Angela Merkel, por sua vez, foi acusada de chantagear a Grécia. De que lado crê haver mais culpa pela deterioração da situação?
Não tenho a certeza sobre as verdadeiras intenções de Alexis Tsipras, mas temos de reconhecer um facto simples: de modo a permitir que a Grécia se mantivesse de pé, a dívida que o FMI considera «altamente insustentável» precisa de ser reestruturada. Apesar disso, tanto Bruxelas como Berlim recusaram continuadamente ao primeiro-ministro grego a oportunidade de negociar a reestruturação da dívida grega desde o início. Para superar este muro de resistência entre os credores, o primeiro-ministro Tsipras tentou fortalecer a sua posição por meio de um referendo – e obteve mais apoio interno do que esperava. Essa legitimação renovada forçou o outro lado a procurar um compromisso ou a explorar a situação de emergência da Grécia e a agir, ainda mais do que antes, como disciplinador. Conhecemos o resultado.
A atual crise da Europa é um problema financeiro, um problema político ou um problema moral?
A crise atual pode ser explicada tanto por meio de causas económicas como por um fracasso político. A crise da dívida soberana que emergiu da crise bancária tem as suas raízes nas más condições da união monetária heterogeneamente composta. Sem uma política económica e financeira comum, as economias nacionais dos pseudo-soberanos Estados-membro continuarão a afastar-se em termos de produtividade. Nenhuma comunidade política aguenta esta tensão a longo prazo. Ao mesmo tempo, concentrado-se em evitar um conflito aberto, as instituições da União Europeia estão a impedir as iniciativas políticas necessárias para transformar a união monetária numa união política. Só os líderes dos governos europeus reunidos no Conselho da Europa estão em posição de agir, mas são precisamente eles que são incapazes de agir no interesse de uma comunidade europeia conjunta, porque pensam principalmente no seu eleitorado nacional. Estamos encurralados numa armadilha política.
Wolfgang Streeck alertou, no passado, que o ideal habermasiano de Europa é a raiz da crise atual e não o seu remédio: a Europa, avisou ele, não salvará a democracia, antes a abolirá. Uma parte da esquerda europeia sente que os desenvolvimentos atuais confirmam as críticas de Streeck ao projeto europeu. Qual a sua resposta para estas preocupações?
Tirando a sua previsão do fim do capitalismo, concordo, em larga medida, com a análise de Wolfgang Streeck. Ao longo da crise, o executivo europeu acumulou mais e mais autoridade. As decisões-chave são tomadas pelo Conselho, a Comissão e o Banco Central Europeu – por outras palavras, pelas instituições que têm não só pouca legitimidade para as tomarem como também falta de sustentação democrática. Streeck e eu partilhamos também a ideia de que este esvaziamento tecnocrata da democracia é o resultado de um padrão neoliberal de políticas de desregulamentação do mercado. O equilíbrio entre as políticas e os mercados deixou de estar em sintonia, às custas do Estado-providência. Onde nós divergimos é em termos das consequências a retirar desta situação. Eu não vejo como o retorno aos Estados-nação, que têm de ser encarados como grandes corporações num mercado global, pode contrariar a tendência de des-democratização e crescimento da desigualdade social – uma coisa que, a propósito, também vemos na Grã-Bretanha. Estas tendências só podem ser contrariadas se, no fim de contas, houver uma mudança de direção política, provocada pelas maiorias democráticas mais fortemente integradas no núcleo da Europa. A união monetária tem de ter capacidade de agir a um nível supranacional. Tendo em conta o processo político caótico desencadeado pela crise na Grécia, não podemos mais ignorar os limites do presente método de compromisso intergovernamental.

Jürgen Habermas é professor emérito de filosofia na universidade Johann Wolfgang Goethe de Frankfurt. (In «Infogrécia»)

sábado, 25 de julho de 2015

O esplendor da selvajaria alemã e dos cabeçudos do «Eurogrupo» na guerra contra o povo grego

Berlim via Frankfurt e Bruxelas está a destruir a Europa pela terceira vez em cem anos.


A cabeçudagem do «Eurogrupo», umas nulidades nulas a Matemática, porque não sabem fazer contas, o que lhes falta em inteligência sobra-lhes em selvajaria germanófila nacional-socialista auschwitziana. Estes gajos e estas gajas querem f… o povo grego para que o governo de traição nacional que arruína a maioria dos portugueses, que tem andado a promover a evasão fiscal da alta burguesia, via Holanda, possa ter votos dos reformados e dos funcionários públicos, muito agradecidos por os terem arruinado… Discutir a reestruturação da dívida grega, só depois das eleições portuguesas…

sexta-feira, 24 de julho de 2015

O EURO É UMA MOEDA VIRTUAL PERVERTIDA AO SERVIÇO DO IMPERIALISMO ALEMÃO

A moeda euro é virtual com legislação perversa para beneficiar o imperialismo alemão cujo símbolo é Auschwitz.

A moeda euro é um conjunto de moedas nacionais com câmbios fixos entre si. Uma moeda de um conjunto de Estados a sério é, por exemplo o dólar dos Estados Unidos, que tem uma Reserva Federal a apoiá-lo.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

O ESTRNHO IMPÉRIO DOS VENCIDOS NA II GUERRA MUNDIAL – IV


A Alemanha só pode exercer o seu imperialismo em cima da França. Só submetendo a França é que o imperialismo alemão pode existir. Ora, ninguém pode provar que no futuro a França será governada por pessoas estúpidas, como actualmente acontece.

terça-feira, 21 de julho de 2015

O ESTRANHO IMPÉRIO DOS VENCIDOS NA II GUERRA MUNDIAL - III


 A França foi invadia pela Alemanha em 1870, em 1914 e em 1940. A França é sem dúvida o grande inimigo da Alemanha na frente oeste.
Aniquilada em 1945 a Alemanha viu na França o país ideal para subir politicamente. A República Federal da Alemanha ou Alemanha ocidental não assustava os franceses. Embora o território de toda a Alemanha seja inferior ao da França, da Espanha e ao da Suécia, os franceses mais uma vez capitularam diante da Alemanha. Os dois países industrializados mais prejudicados com a Zona Euro são a França e a Itália.
A Alemanha desmascarou-se na GUERRA ALEMANHA – GRÉCIA, a selvajaria germânica ficou clara.
Ora Hollande, sabendo que a Alemanha só pode ter poder imperial, submetendo primeiro a França, propôs uma Zona Euro especial com os países fundadores da CEE.

O descalabro dos valores da chamada União Europeia,  que nãorespeita nem a Democracia nem os Direitos Humanos, dá origem a actos de desorientação como o de Holande…

segunda-feira, 20 de julho de 2015

O ESTRANHO IMPÉRIO DOS VENCIDOS NA II GUERRA MUNDIAL – II


Os estados europeus aliados de Hitler na II Guerra Mundial entraram para a «União» Europeia – A Finlândia, a Letónia, a Estónia, a Lituânia, a Hungria, a Roménia, a Bulgária e a Croácia. Estes estados entraram na «União» Europeia por razões militares na «eterna» guerra da Alemanha contra a Rússia. Esta militarização da chamada «União Europeia» favoreceu muito o imperialismo alemão, que anexou parte do «espaço vital» a leste reclamado por Hitler no «Mein Kampf». O império dos Estados Unidos apoiou este avanço do imperialismo alemão, colocando estes países na NATO, excepto a Finlândia, passando a NATO de aliança defensiva para aliança ofensiva, com o objectivo do cerco à Rússia.
A Zona Euro é uma aberração militarizada, é uma zona de guerra imperial alemã. A França foi invadida pela Alemanha em 1870, na guerra franco-prussiana, que os alemães ganharam e proclamaram o II Reich em território francês vencido.
Em 1914 a Alemanha voltou a invadir a França, na I Guerra Mundial, mas foi derrotada. Em 1940 os alemães entraram em Paris na primeira fase da II Guerra Mundial, na qual sofreram uma esmagadora derrota diante da Rússia Soviética e dos Estados Unidos, com a ajuda da Inglaterra.
O imperialismo alemão do século XXI só é possível com a submissão voluntária da França, o principal inimigo da Alemanha na Europa ocidental.

O império dos vencidos na II Guerra Mundial é um império do Mal, é um império dominado pela ética da selvajaria. Todas as corjas que se submetem ao Império do Mal dizem que a submissão à Alemanha é o paraíso…!!!!!!!!!

domingo, 19 de julho de 2015

O ESTRANHO IMPÉRIO DOS VENCIDOS NA II GUERRA MUNDIAL

Como foi possível formar-se o império dos vencidos na II Guerra Mundial?
Hitler ganhou eleições livres na República (Alemã) de Weimar. Gradualmente, foi aplicando os princípios do nacional-socialismo, que culminaram com o assassinato de cerca de seis milhões de judeus, nomeadamente em Auschwitz e Treblinka, homens mulheres e crianças de todas as idades.
O império alemão nazi, o III Reich, era para durar mil anos, mas durou menos tempo. O nazismo era caracterizado pelo pensamento único, pela afirmação de que não há alternativa, e por uma crueldade absoluta, pelo absoluto desprezo pelo mal infligido a terceiros pelo pensamento único.
O extermínio dos judeus foi um genuíno projecto europeu, da Alemanha no qual colaboram nomeadamente, a França, a Áustria, a Itália, a Finlândia, a Polónia, a Ucrânia, a Letónia, a Estónia, a Lituânia, a Roménia, a Hungria e a Croácia.
Esmagado militarmente pela Rússia Soviética (formalmente URSS) e pelos Estados Unidos, com a ajuda da Inglaterra, o III Reich perdeu todos os territórios a leste dos rios Óder e Neisse (a chamada linha Óder-Neisse), a fronteira leste da Alemanha foi forçada pelos russos a recuar mil anos, para o século dez.
A Alemanha vencida ficou sem Estado, substituído por zonas de ocupação da Rússia, dos Estados Unidos, da Inglaterra e da França.
As zonas de ocupação dos Estados Unidos, da Inglaterra e da França foram unidas e formaram a República Federal da Alemanha, com capital em Bona.
A zona de ocupação russa deu origem à República Democrática Alemã, com capital em Berlim-leste.
A RFA adoptou o modelo capitalista e uma democracia semelhante à República de Weimar, mas o presidente, eleito pelo parlamento ficou com poderes muito reduzidos, por imposição dos Estados Unidos e foi ajudada pelo chamado plano Marshall dos Estados Unidos.
A RDA adoptou o marxismo-leninismo, por imposição da Rússia Soviética.
A parte oeste de Berlim, no meio da RDA, foi transformada numa cidade-estado administrada pelos Estados Unidos, pela Inglaterra e pela França e foi cercada por um muro em elipse, muito semelhante ao muro que separa os Estados Unidos do México e ao muro que separa a Hungria da Sérvia.

A implosão do marxismo-leninismo na Rússia e no resto da Europa, deu origem à reunificação da Alemanha, com capital em Berlim.
O hino da Alemanha reunificada passou a ser a terceira estrofe do hino da Alemanha nazi, com a autorização dos Estados Unidos.
Washington decidiu apoiar um novo imperialismo alemão no século XXI.
A Alemanha actual, em território, é mais pequena do que a França, do que a Espanha e do que a Suécia.

O imperialismo alemão do século XXI tem pés de barro e só é possível com o colaboracionismo da França.

A Zona Euro é uma zona militarizada, o euro é uma moeda militarizada, ao serviço do imperialismo alemão.

sábado, 18 de julho de 2015

DO IMPERIALISMO ALEMÃO DE HITLER APOIADO POR MUSSOLINI E PÉTAIN AO IMPERIALISMO ALEMÃO DE ÂNGELA MERKEL APOIADO POR DRAGHI E HOLLANDE




O nacional-socialismo de Ângela Merkel e Sigmar Gabriel é tão legítimo como o de Hitler, porque tanto Hitler com Ângela Merkel chegaram ao poder porque ganharam ambos eleições livres. Hitler e Ângela Merkel foram escolhidos pelo povo alemão em eleições livres.


Hitler conquistou a Grécia com as divisões Panzer e Ângela Merkel serviu-se de uma quadrilha sem qualquer sustentação jurídica de ladrões e ladras, torturadores e torturadoras e assassinos e assassinas, fracos a Matemática, porque não sabem fazer contas, chamada «Eurogrupo», quadrilha essa que expulsou pela via  policial Varoufakis da sala, alegando que não tinha sustentação jurídica, logo era uma instituição pirata e por isso devia usar a ética da pirataria. A Alemanha e os respectivos colaboracinistas e lacaios já mataram na Grécia mais de dez mil pessoas (por suicídio induzido e por ausência de alimentos e de cuidados médicos), desde que começaram a empobrecer a Grécia, com a política de empobrecimento (chamam austeridade ao empobrecimento).


A quadrilha nacional-socialista chamada «Eurogrupo» e o italiano Mário Draghi, em vez de tanques de guerra usaram o euro de guerra, a moeda militarizada, para ocuparem a Grécia, depois de uma capitulação cheia de erros de Matemática por parte da Alemanha e dos lacaios da Alemanha.


A escória humana portuguesa germanófila passeia-se pelas rádios e televisões a justificar a selvajaria auschwitziana de Ângela Merkel, de Draghi e dos piratas do chamado «Eurogrupo».


Dizer que a «Internacional Socialista» é de Esquerda em 2015 é o mesmo que dizer que Hitler era de Esquerda, porque a bandeira nazi era vermelha. Os actos é que definem a ideologia.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Uma versão cor-de-rosa do nazismo que assola a Europa em 2015




«Fundo de Activos ou Pacote de Indemnizações?

Depois de ter sugerido a Jack Lew que a Europa poderia «ficar com Porto Rico na zona euro, se os Estados Unidos estivessem dispostos a levar a Grécia para o dólar», e de surgir no Conselho Europeu do passado fim-de-semana a hipótese de transferir um fundo de activos gregos (no valor de 50 mil milhões de euros), para uma instituição independente no Luxemburgo, gerida por um banco estatal alemão que tem o próprio Schäuble como chairman e Sigmar Gabriel (líder do SPD e responsável pela pasta da Economia) como vice-chairman, o ministro das Finanças alemão veio ontem dizer que cabe ao governo grego encontrar uma «solução de financiamento temporário para a Grécia», tendo em vista resolver as necessidades urgentes de liquidez.

Se não vivêssemos em tempos virados do avesso, com a Europa dominada pelos interesses financeiros e bancários, em vez de exigir ao governo grego as tais ideias para a constituição do referido fundo de activos (que sirvam de garantia de empréstimos), Schäuble estaria incumbido de uma outra tarefa: a de estimar o valor do pacote de indemnizações a atribuir à Grécia, pela destruição provocada na economia e na sociedade, em resultado do fracasso das políticas de austeridade impostas ao país nos últimos cinco anos.

Aliás, se estivéssemos numa sala com políticos adultos, responsáveis pelas suas decisões e pelas consequências das suas imposições, nenhuma negociação com o novo governo grego, eleito em Janeiro, poderia ter-se iniciado sem que antes fosse feita uma avaliação muito séria do fracasso da austeridade. Mais que isso, nenhum governo europeu que se afirma socialista ou social-democrata - e que reverbera a sua oposição à austeridade - poderia ter condescendido e pactuado com o tipo de medidas impostas à Grécia no célebre «acordo» do passado fim-de-semana. Medidas que insistem no erro, prolongando e acentuando a devastação já causada, e cujo apoio por parte desses governos ditos de esquerda - mas que continuam na defensiva e incapazes de sair da toca dos calculismos - descredibiliza de uma penada, na prática, quaisquer discursos contra a austeridade e em defesa de verdadeiras alternativas para sair da crise.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)