domingo, 3 de maio de 2015

UM SEGUNDO ALCÁCER-QUIBIR


«A Batalha de Alcácer-Quibir também grafado Alcácer-Quivir, al Quasr al-kibr, Alcazarquivir ou Alcassar, significando "grande fortaleza" (em árabe: معركة القصر الكبير), conhecida em Marrocos como Batalha dos Três Reis (em árabe: معركة الملوك الثلاث), foi uma batalha travada no norte de Marrocos perto da cidade de Alcácer-Quibir, entre Tânger e Fez, em 4 de Agosto de 1578. Os combatentes foram os portugueses liderados pelo rei D. Sebastião aliados ao exército do sultão Mulei Mohammed (Abu Abdallah Mohammed Saadi II, da dinastia Saadiana) contra um grande exército marroquino liderado pelo sultão Mulei Moluco (Abd Al-Malik, seu tio) com apoio otomano.

No seu fervor religioso, o rei D. Sebastião planeara uma cruzada após Mulay Mohammed ter solicitado a sua ajuda para recuperar o trono, que seu tio Abu Marwan Abd al-Malik I Saadi havia tomado. A batalha resultou na derrota portuguesa, com o desaparecimento em combate do rei D. Sebastião e da nata da nobreza portuguesa. Além do rei português, morreram na batalha os dois sultões rivais, originando o nome "Batalha dos Três Reis", com que ficou conhecida entre os marroquinos.

A derrota na batalha de Alcácer-Quibir levou à crise dinástica de 1580 e ao nascimento do mito do Sebastianismo. O reino foi gravemente empobrecido pelos resgates que foi preciso pagar para reaver os cativos.

A batalha ditou fim da Dinastia de Avis e do período de expansão iniciado com a vitória na Batalha de Aljubarrota. A crise dinástica resultou na perda da independência de Portugal por 60 anos, com a união ibérica sob a dinastia Filipina.» (In «Wikipedia»)


O governo PSD-CDS representou um segundo Alcácer-Quibir para Portugal.

A invasão germânica, através da Troika, causou danos terríveis em Portugal, porque Portugal deixou de ser um país independente.

Uma verdadeira catástrofe atingiu o factor Trabalho, beneficiando brutalmente o Capital.
Direitos adquiridos, mas que é isso? Milhares de vidas arruinadas pela invasão alemã. E o Tratado Orçamental representa a submissão de Portugal à Alemanha, que está a destruir a Europa pela terceira vez. A meta é o restabelecimento do trabalho escravo.

Três analfabetos funcionais mandatados por Berlim e por Washington humilharam Portugal com o seu analfabetismo, com a sua brutal ignorância, com a ignorância de tudo, não sabiam sequer o que era um ser humano. O trio de imbecis que vinha dar ordens a Portugal mostra ao que nós chegámos…

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