sábado, 9 de maio de 2015

O SEGUNDO ALCÁCER-QUIBIR E O FATALISMO PROVOCADO PELA INVASÃO GERMÂNICA: PORTUGAL É UMA COLÓNIA DA ALEMANHA E A ALEMANHA QUER EMPOBRECER AS SUAS COLÓNIAS


Ontem comemorou-se a capitulação da Alemanha nazi. Estas comemorações são o quê? Constituem a derrota da Alemanha, não do fascismo. Churchill e depois os trabalhistas e os Estados Unidos apoiaram o fascismo salazarista de tal maneira que o colocaram a fundar a NATO, assim como apoiaram o fascismo franquista.
1945 não representou a derrota do fascismo, mas mais uma derrota do imperialismo alemão. As chacinas da selvajaria nazi foram continuadas pelos Estados Unidos de Truman em Hiroxima e Nagasáki, à escala hitleriana.
A Rússia Soviética, que foi decisiva para a derrota dos nazis, foi seriamente prejudicada por Estaline, na definição das novas fronteiras da Europa, porque Estaline pensava que a União Soviética seria eterna e deu os territórios conquistados pela Rússia na II Guerra Mundial, com milhões de mortos,

não à Rússia, mas à Ucrânia, hoje o maior inimigo da Rússia e a maior ameaça à Rússia e ainda à Bielorrússia. Para a Rússia sobrou só Kalininegrado.
Há pouco para comemorar…
O imperialismo alemão aliou-se aos Estados Unidos e está de volta.


A «blitzkrieg» sobre Portugal teve como alvo principal o Tribunal Constitucional de Portugal, que segundo o PSD e o CDS deve obediência directa a Berlim, ou a Berlim via Franckfurt ou a Berlim via Bruxelas. O estatuto de colónia para Portugal é defendido pelos constitucionalistas Paulo Rangel e Vital Moreira. A França está de novo sob ocupação alemã. Pétain foi substituído por Sarkozy e por Hollande…

Há muito pouco para comemorar! 

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