sábado, 7 de fevereiro de 2015

O IMPERIALISMO ALEMÃO PÓS-III REICH E O COLABORACIONISMO DOS TRAIDORES


Os traidores Passos Coelho e Rajoy são os mais assanhados defensores do imperialismo alemão de 2015, contra os interesses dos povos que governam. Mas quem poderia ter tirado o tapete à Alemanha era François Hollande, se tivesse ideologia e visão do presente e do futuro. A chamada «União Europeia» é o território que o imperialismo alemão quer dominar.
A vitória do Syriza na Grécia veio mostrar a aberração que é o chamado «Banco Central Europeu» e quão traidor é o italiano Mário Draghi. Neste momento o primeiro golpe na Grécia, após as incómodas últimas eleições, dado pela Alemanha foi através do seu lacaio Mário Draghi. Mas este golpe do traidor Draghi é mesmo o primeiro grande passo para expulsar a Grécia da moeda euro.
O governo alemão disse ou a Grécia se assume como uma colónia da Alemanha, aumentando ainda mais a miséria terceiro-mundista imposta por Berlim, ou terá que ser empurrada para fora da moeda euro. Draghi aplicou, imediatamente, as ordens de Berlim.
Os tratados da União Europeia estão errados e foi muito mau que o chamado «Banco Central Europeu» ficasse em território alemão, não foi por acaso esta escolha.

Excepto a Grécia todos os países da União Europeia são governados por colaboracionistas do imperialismo alemão. O actual imperialismo alemão não durará mil anos como «deveria» ter durado o III Reich.


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