segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

AS ABERRANTES IDEIAS NEOLIBERAIS E AS AMBIÇÕES ALEMÃS - RECORDAR

Ângela Merkel quer transformar a Grécia numa colónia da Alemanha, quer que a Grécia abdique da sua soberania.


Isto acontece porque as leis neoliberais da moeda euro e do BCE são um conjunto de aberrações. É uma aberração neoliberal o Tratado de Maastricht, é outra aberração neoliberal o Tratado de Lisboa.


Foi Ângela Merkel que destruiu a economia da Grécia, devido às suas ideias neoliberais, com o apoio subserviente dos outros países da zona euro.


A Grécia já rejeitou as exigências da Alemanha. A Grécia ficaria numa situação parecida com a que teve quando esteve sob ocupação alemã, durante a II Guerra Mundial.



Curiosamente, as Portas de Brandenburg, em Berlim, que simbolizam o poderio alemão, são mais ou menos uma cópia, assumida, dos Propileus de Atenas



Foto que simboliza a conquista da capital do III Reich, em 1945, pelo Exécito Vermelho, da União Soviética




Ângela Merkel quer transformar Sarkozy num segundo Pétain. Já anunciou que ia participar, directamente, nas eleições presidenciais francesas ao lado do neoliberal e pouco inteligente Sarkozy.




 Quadro que simboliza a conquista da Alemanha por Napoleão Bonaparte


Esperemos que os franceses não voltem a eleger Sarkozy, um segundo Pétain, o primeiro não foi eleito.









«Alemanha impõe a Atenas perda de soberania para novo resgate


Publicado hoje às 00:32


A Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um comissário do Orçamento da Zona Euro.


A Alemanha quer que a Grécia abdique da soberania sobre as decisões orçamentais, transferindo-a para um comissário do Orçamento da Zona Euro, para que Atenas receba um segundo resgate de 130 mil milhões de euros, adianta o Financial Times.


Se todas as medidas ligadas aos impostos e às despesas forem decididas pela União Europeia (UE), o cheque de 130 mil milhões de euros para completar mais uma fase do resgate chega a Atenas.


A ideia da Alemanha é que a Grécia delegue as maiores competências orçamentais num comissário, em espécie de administrador que seria nomeado pelos ministros das Finanças do Eurogrupo e que teria o poder de veto sobre qualquer decisão ligada ao orçamento que não respeitasse as metas fixadas pelos credores europeus.


Atenas teria também de adoptar uma lei comprometendo-se a usar todas as receitas do estado para pagar a dívida.


Se este plano alemão avançar, para restabelecer a confiança dos mercados financeiros e de outros possíveis credores, em jeito de garantia futura, o governo grego terá de assumir que apenas fará face aos gastos correntes depois de ter a dívida coberta.



Clara Osório (In «TSF RÁDIO NOTÍCIAS» Online)




Entretanto, o tempo foi passando, mudaram caras, mas parece que está tudo na mesma.

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