quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

O GOVERNO DO SYRIZA CONTRA A RELIGIÃO TROIKAL-NEOLIBERAL GERMANÓFILA

Os deuses falsos da Grécia Antiga apesar de falsos ressuscitaram. Os profetas, os sacerdotes e sacerdotisas da religião troikal-neoliberal anunciaram o fim do Mundo, caso o Syrza formasse governo na Grécia. O Syriza está no governo na Grécia e afinal não acabou o Mundo…
O racionalismo não tem estado ao serviço do bem comum.
No século XIX Marx e Engels fizeram a crítica mais profunda às desigualdades do capitalismo, consideradas sagradas, mas o regime criado por Lenine com base nas ideias deles implodiu por contradição frontal entre a teoria e a prática. A actual República da Rússia viu territórios historicamente russos, perdidos por ordem de Lenine e de Estaline, que criaram a URSS em parte à custa de territórios historicamente da Rússia e de povos russos, com critérios hoje postos em causa por povos russos, em guerra com povos estranhos que dominam Kiev, metidos na Ucrânia, muito aumentada, em 1945 por Estaline. A implosão da União Soviética ainda não acabou, está ainda em curso.
A actual República da Rússia está, parcialmente, neutralizada, pelos erros de cálculo de Lenine e de Estaline, na elaboração dos mapas da URSS.

O chamado socialismo democrático, agregado na Internacional Socialista, implodiu ideologicamente.

Assim, temos o ambiente ideal para o delirante imperialismo alemão voltar. Berlim domina a União Europeia, apesar de a Alemanha ter menos território do que a França e do que a Espanha e até menos do que a Suécia. O imperialismo alemão de 2015 baseia-se na incompetência dos dirigentes da França em primeiro lugar e da Itália e da Espanha em segundo lugar.
Este imperialismo alemão de 2015 baseia-se no domínio sobre os outros povos, por estupidez e traição dos governantes dos outros povos. A moeda euro foi feita de maneira a que a Alemanha explorasse os outros povos da Zona Euro, nomeadamente os franceses. Por incompetência, os dirigentes franceses permitiram um euro germanizado e por incompetência ainda maior sugeriram os critérios delirantes do chamado Tratado Orçamental, que é mesmo altamente germanófilo.

É esta dita «União Europeia» dominada pelo imperialismo alemão e pelos seus lacaios que tem que enfrentar o Syriza.

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