Agora
que está na moda proclamar a liberdade de expressão e condenar a execução dos jornalistas
do Charlie Hebdo, convém lembrar que a NATO é que deu o exemplo ao matar
jornalistas, por delito de opinião, em Belgrado, no Iraque, no Afeganistão e na
Líbia e destruindo estações de televisão.
Os
países da NATO, capitaneados por Washington, também consideram demoníacos
órgãos de comunicação social, já bombardearam televisões, por não gostarem da
linha editorial das mesmas.
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