O programa de Passos
Coelho, de Vítor Gaspar, de Paulo Portas e da Troika às ordens de Berlim foi
empobrecer a grande maioria dos portugueses. Por razões de propaganda chamaram ao empobrecimento,
de facto, da grande maioria dos portugueses, de «austeridade».
Muito
conveniente este empobrecimento para a pequena
minoria da alta burguesia, que constitui cerca de 1% da população, que
enriqueceu globalmente, salvo algumas excepções devidas a má gestão.
Passos Coelho e a
Troika apresentaram o seu programa de empobrecimento como sendo de inspiração
divina e por isso a
única via possível, um fatalismo
histórico.
António
Costa tem mais hipóteses de vencer a Direita do que tinha António José Seguro.
Ora, para que a situação da maioria dos portugueses melhore António Costa tem que se libertar do fatalismo histórico imposto pela Troika
às ordens de Berlim e pelos seus apoiantes internos.
Esse
fatalismo histórico leva-nos ao «tem
que ser» do obscurantismo medieval. Não tem que ser como Berlim quer, há
alternativas a esse fatalismo histórico imposto pela Alemanha.
A implosão do
marxismo-leninismo na Rússia/União Soviética e no resto da Europa, entusiasmou
os neoliberais adeptos das grandes
desigualdades sociais.
Consideram os neoliberais que os deuses querem grandes desigualdades sociais,
porque as tentativas de reduzirem acentuadamente as desigualdades sociais com
base nas ideias de Marx, Engels e Lenine não tiveram sucesso, na Europa.
A
União Europeia está em pleno retrocesso civilizacional, a União Europeia é
dominada pela alta burguesia, que quer enriquecer ainda mais, empobrecendo as
outras classes sociais. Este retrocesso civilizacional tem sido mais rápido e
mais intenso nos países «ajudados» pela Troika, que é uma falsa ajuda de falsos
amigos, que querem o empobrecimento da maioria da população desses países, custe o que custar, porque os deuses assim tal decidiram.
Os portugueses (a
grande maioria dos portugueses) só podem ver melhorias nas suas vidas se for
aplicada uma nova política, contra as ideias da Troika às ordens da Alemanha.
Lindo !!! E onde é que o PS - que até foi fundado na Alemanha - está fora do que acima se escreve ???? !!!! Olhe, José, como escrevia o Saramago: Se podes olhar, vê. Se podes ver, repara.
ResponderEliminarJoão Pedro