Em
1143 D. Afonso Henriques foi reconhecido rei de Portugal pelo imperador de Leão
e Castela, mas no contexto do feudalismo era vassalo do imperador de Leão e
Castela. Em 1179, pela bula Manifestis
Probatum, D. Afonso Henriques tornou-se vassalo directo do papa Alexandre
III, ficando assim Portugal totalmente independente.
Em
1580 o exército de Portugal, comandado por D. António Prior do Crato, foi
derrotado na batalha de Alcântara, frente à cidade de Lisboa, do lado Oeste,
pelas tropas invasoras da Espanha, às ordens do rei de Espanha Filipe II.
Portugal perdeu a sua independência.
Aproveitando
a revolta da Catalunha, houve em Lisboa a Revolução de 1 de Dezembro de 1640,
dirigida pela alta nobreza, com grande apoio popular, restaurando a
independência de Portugal, com a escolha do Duque de Bragança para rei de
Portugal, com o título de D. João IV.
A
consolidação da independência só foi possível através de vitórias militares
posteriores. Muitos portugueses morreram a lutar pela independência de
Portugal.
As
tropas portuguesas venceram a batalha de Montijo em 1644, sob o comando de
Matias de Albuquerque; a batalha das Linhas de Elvas, em 1658, sob o comando do
Conde de Cantanhede, que depois se tornou o Marquês de Marialva; a batalha de Ameixial,
em 1663, sob o comando do Conde de Vila Flor e do Conde de Schomberg; a batalha
de Castelo Rodrigo, em 1664, sob o comando de Pedro Jacques de Magalhães e a
batalha final de Montes Claros, em 1665, sob o comando do Marquês de Marialva.

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