A
ideia do escocês Adam Smith de que «a mão invisível do mercado» regularia os
preços e os salários com justiça não se comprova no século XXI.
Essa
«mão invisível do mercado» em 2014, em Portugal, privatiza tudo o que dá lucro
e baixa os salários dos trabalhadores até à fome, em alguns casos. Essa «mão
invisível do mercado» impõe o trabalho precário e mal pago e facilita ao máximo
os despedimentos dos trabalhadores. Este liberalismo ressuscitado serve os
interesses de uma pequena minoria e lesa os interesses da maioria da população.
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