quarta-feira, 26 de novembro de 2014

AS CRÍTICAS DO SINDICATO DOS MAGISTRADOS DO MINISTÉRIO PÚBLICO A MÁRIO SOARES SÃO VERGONHOSAS, PARECEM UM COMUNICADO DA PIDE/DGS, OS MAGISTRADOS NÃO FORAM VACINADOS COM A VACINA DA HONESTIDADE, PORQUE ESTA NÃO EXISTE

Mário Soares, que lutou pela liberdade de expressão de pensamento em Portugal, e que esteve preso por isso, usou essa liberdade que ele próprio ajudou a conquistar, e tanto incomodou aqueles que não fizeram nada de nada pela liberdade de expressão de pensamento em Portugal.

O poder judicial português dá-se muito mal coma liberdade de opinião.


O filósofo iluminista francês Montesquieu no livro «O Espírito das leis» (1748), defendeu, acerrimamente a separação dos três poderes do Estado, legislativo, executivo e judicial, debaixo da ditadura ‘inspirada por Deus’ que era a monarquia absoluta.
Podemos considerar os filósofos iluministas Jean-Jacques Rousseau com «O Contrato Social» (1762) e Montesquieu com «O Espírito das Leis», como os principais fundadores teóricos da Democracia contemporânea.

Ora, a separação dos três poderes do Estado não implica que o poder judicial aja fora da Lei, como aconteceu com a detenção ilegal e filmada de José Sócrates. Os elementos do poder judicial estão sujeitos às leis, mas não as cumprem, na maior impunidade.

3 comentários:

  1. Preso ilegalmente ???????????????!!!!!!!!!!!!


    João Pedro

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  2. A prisão é ilegal, quando não respeita as leis em vigor. Já no século XVIII Montesquieu escrevia que o poder mais importante é o poder legislativo, ao qual se subordinam o executivo e o judicial. Que eu saiba as televisões não fazem parte do poder judicial, mas parece que fazem ou será que as televisões fazem mesmo parte do poder judicial?!

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  3. Há quem entenda que a presença das televisões poderia interessar a Sócrates ... Assim o enfoque do debate poderia ser deslocado pelos seus seguidores da matéria contida na acusação para a questão da forma como foi detido. A ser assim, seguir-se-ia o entendimento do Inspector Poirot de descobrir a quem aproveitaria a presença da televisão. Dir-se-ia que quem assim entende exprime a sua liberdade de expressão do pensamento.

    João Pedro

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