Uma «dívida que nem
chegava aos 300 euros. Estava prescrita há oito anos. Agora é de 1200 e
tratam-me como os criminosos que ainda agora vemos ser absolvidos. No verão não
"perdoaram a dívida" a uma pessoa desempregada, sabendo eles que se
aproveitaram de uma fragilidade legal - tinha de ser eu a invocar a prescrição.
Na altura de nada sabia.»
Foi este poder judicial
que permitiu que o Belmiro Azevedo se
apoderasse da maioria das acções da Sonae, após a morte do seu patrão Pinto de
Magalhães, através da extorsão à viúva mentalmente insana.
A moral da III República
portuguesa é a moral do nazismo, não na teoria, mas sim na prática.
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