quarta-feira, 3 de setembro de 2014

BATALHÃO AZOV OU O FASCISMO-NAZISMO DE KIEV ARROGANTE OU A NATO DESMASCARADA

Os crimes de guerra do «Batalhão Azov», asumidamente nazi, e outros do género, desmascaram os Estados Unidos, a União Europeia e a NATO


«Ucrânia e direitos humanos: quem irá condenar os crimes de Kiev?

Ucrânia, Human Rights Watch

O Exército ucraniano tem causado numerosas vítimas no meio da população civil no sudeste da Ucrânia. A conclusão foi tirada pelos autores de um relatório redigido pela Human Rights Watch. Segundo constatam adiante, a utilização de artilharia pesada e mísseis no meio urbano é inadmissível.

Essa parece ser a primeira avaliação feita por organizações internacionais e julgamos que realmente corresponde à situação que se vive hoje na Ucrânia. Antes, os defensores de direitos do homem haviam guardado silêncio apesar de múltiplos fatos de violação desses direitos por Kiev, recolhidos por peritos da Rússia.
A Rússia pretende intentar processos penais em relação aos crimes militares perpetrados na Ucrânia. A recolha de provas foi iniciada ainda pela Cruz Vermelha da Rússia. Os fatos serão oficializados em termos jurídicos e encaminhados depois ao exame do Tribunal Penal Internacional e ao Conselho de Segurança da ONU.
As entidades internacionais, com competências inerentes de reagir aos eventos ocorridos na Ucrânia, até há pouco tempo haviam guardado silêncio. Porém, a crise atingiu tal ponto e os crimes tal envergadura que a ONU, por exemplo, teve de reconhecer: somente nos meses do verão, o número de vítimas civis ultrapassou mil pessoas e o número de feridos se aproxima de 4 mil. Até o ministro ucraniano da Saúde confessou que as baixas civis têm superado as perdas militares.
Ora, a Human Rights Watch acusou Kiev de ter usado armas proibidas contra a população civil. Mas, infelizmente, tais casos são quase únicos, reputa Igor Borissov, do Conselho de Direitos Humanos junto da presidência:
“Os processos de violação das normas fundamentais do direito se tornaram uma realidade perante a inércia e a inação das organizações internacionais. Hoje, apenas um Estado – a Rússia – se ocupa dessa atividade na Ucrânia. A ineficácia das entidades internacionais de direitos humanos se faz sentir constantemente”.
O perito fez lembrar ainda que, no período do conflito militar na Ucrânia, as Nações Unidas não adotaram nenhum ato em defesa de direitos e liberdades dos cidadãos ucranianos. A OSCE se limitou a discutir duas resoluções: uma sobre o envio da missão de monitoramento e mais uma relativa à investigação do acidente com a aeronave Boeing malaia.
Outra organização internacional, o Conselho da Europa, também promulgou dois documentos: um condenando o referendo na Crimeia e outro relativo à existência de tropas russas ao longo da fronteira com a Ucrânia. Para que servem estas instituições se não estão desempenhando suas funções diretas?» (In «Voz da Rússia»)

Contra o fascismo-nazismo de Kiev, colocado no poder pelos Estados Unidos, pela União Europeia e pela NATO erguem-se antifascistas europeus.

Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2014_09_02/Ucrania-e-direitos-humanos-quem-ir-condenar-crimes-de-Kiev-8314/

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