Os
neoconservadores chegaram ao poder nos Estados Unidos com George W Bush e destruíram
o Estado no Iraque. Em 2014, de facto, não existe Estado no Iraque.
A
vitória de Barack Obama nas presidenciais dos Estados Unidos pareceu indicar
que o fanatismo homicida dos militaristas seria substituído por uma nova era de
paz e prosperidade geral com o crescimento da economia mundial e com a melhoria
da qualidade de vida por todo o Mundo. Foram demasiado altas as expectativas.
Obama, pressionado pelo complexo militar-industrial estadunidense, e por
sectores militaristas do seu próprio partido, na prática acabou por continuar a
política de George W Bush. Em 2014 temos guerras por todo lado, em África, na
Ásia e na Europa. A destruição do Estado no Iraque repetiu-se na Líbia, com
semelhante destruição do Estado e está em curso uma tentativa de destruição do
Estado na Síria.
Israel oprime selvaticamente
os palestinianos, mas os Estados Unidos, a União Europeia e a NATO apoiam
diplomaticamente e financiam a selvajaria israelita sobre os palestinianos.
Como
resultado a Rússia e a China estão a desenvolver mais e mais armas de destruição
massiva, para dissuadirem os Estados Unidos de começarem a III Guerra Mundial,
como já há muito defendem os neoconservadores mais extremistas.
De
facto, em 2014 estamos numa nova Guerra Fria contra o capitalismo russo. Mas
não é só fria, a guerra na Ucrânia é bem quente, com a chacina de civis de etnia
russa, com artilharia pesada pelo regime fascista-nazi de Kiev.
Agora até os traidores
portugueses Passos e Portas vão entrar na guerra quente contra os ucranianos de
etnia russa. Os
Estados Unidos, a União Europeia e a NATO vão fazer provocações à Rússia,
violando os acordos firmados com Gorbatchov, vão fazer manobras de cerco à
Rússia e vão invadir a Ucrânia com tropas terrestres. O lema dos ocidentais,
dos Estados Unidos, da União Europeia e da NATO, em 2014, é VIVA A MORTE.

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