sábado, 6 de setembro de 2014

A IDEIA DOS NEOCONSERVADORES DE UM REICH ESTADUNIDENSE COM UM PODER UNIPOLAR DEU ORIGEM A UMA NOVA CORRIDA AOS ARMAMENTOS NUCLEARES DA RÚSSIA E DA CHINA


Os neoconservadores chegaram ao poder nos Estados Unidos com George W Bush e destruíram o Estado no Iraque. Em 2014, de facto, não existe Estado no Iraque.
A vitória de Barack Obama nas presidenciais dos Estados Unidos pareceu indicar que o fanatismo homicida dos militaristas seria substituído por uma nova era de paz e prosperidade geral com o crescimento da economia mundial e com a melhoria da qualidade de vida por todo o Mundo. Foram demasiado altas as expectativas. Obama, pressionado pelo complexo militar-industrial estadunidense, e por sectores militaristas do seu próprio partido, na prática acabou por continuar a política de George W Bush. Em 2014 temos guerras por todo lado, em África, na Ásia e na Europa. A destruição do Estado no Iraque repetiu-se na Líbia, com semelhante destruição do Estado e está em curso uma tentativa de destruição do Estado na Síria.
Israel oprime selvaticamente os palestinianos, mas os Estados Unidos, a União Europeia e a NATO apoiam diplomaticamente e financiam a selvajaria israelita sobre os palestinianos.

Como resultado a Rússia e a China estão a desenvolver mais e mais armas de destruição massiva, para dissuadirem os Estados Unidos de começarem a III Guerra Mundial, como já há muito defendem os neoconservadores mais extremistas.

De facto, em 2014 estamos numa nova Guerra Fria contra o capitalismo russo. Mas não é só fria, a guerra na Ucrânia é bem quente, com a chacina de civis de etnia russa, com artilharia pesada pelo regime fascista-nazi de Kiev.

Agora até os traidores portugueses Passos e Portas vão entrar na guerra quente contra os ucranianos de etnia russa. Os Estados Unidos, a União Europeia e a NATO vão fazer provocações à Rússia, violando os acordos firmados com Gorbatchov, vão fazer manobras de cerco à Rússia e vão invadir a Ucrânia com tropas terrestres. O lema dos ocidentais, dos Estados Unidos, da União Europeia e da NATO, em 2014, é VIVA A MORTE.

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