O regime fascista-nazi de Kiev
usa no leste da Ucrânia a mesma táctica da Wehrmacht e das Waffen-SS na operação
Barbarossa, o cerco de cidades e o bombardeamento dos civis com artilharia
pesada.
Como aqui tem sido referido, as
alianças da II Guerra Mundial modificaram-se. Na II Guerra Mundial Berlim
combatia contra Paris, Londres, Moscovo e Washington. Em 2014 Berlim combate ao
lado de Paris, Londres e Washington contra Moscovo na Operação Barbarossa 2.
A operação Barbarossa 2 visa o
cerco à Rússia. Mais cedo ou mais tarde a Rússia vai ter que deitar para o lixo
os acordos SALT II de controlo de armas nucleares, porque perante uma ameaça
tão clara de cerco à Rússia, com sistemas ditos antimísseis ao redor da
Rússsia, com o estacionamento de tropas estadunidenses ao redor da Rússia, nos países vassalos de Washington em que sobressaem a Polónia e os pequenos Estados Bálticos que foram aliados de Hitler na operação Barbarossa (Estónia, Letónia e Lituânia), a Rússia vai ter que fabricar armas nucleares modernas em número muito
superior ao necessário para destruir todo o planeta Terra e usar novas
estratégias como os mísseis nucleares de cruzeiro supersónicos. Perante a operação Barbarossa 2, a Rússia
tem que ter meios para dissuadir o mais louco neoconservador que possa no futuro
ganhar as eleições em Washington.
Se dúvidas houvesse, hoje vemos que os Estados Unidos, a União Europeia
e a NATO não querem saber de Direitos Humanos para nada, já não estão na moda,
Guantánamo e as respectivas sucursais e a selvajaria dos bombardeamentos sobre mulheres
e crianças na Faixa de Gaza e no Leste da Ucrânia comprovam isso, bombardeamentos estes supervisionados e apoiados por Washington.
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