quarta-feira, 6 de agosto de 2014

NÃO HÁ LIMITE PARA A BARBÁRIE JUDAICA MUNICIADA POR WASHINGTON E PELA UNIÃO EUROPEIA


Sabemos que não há limite para a barbárie do fanatismo religioso judaico, porque este fanatismo anti-humano não distingue o Bem e o Mal. Para os israelitas o «Bem» é a barbárie praticada por eles.
Assassinaram mais de 400 crianças em Gaza os judeus. Em Portugal repugnam-me os noticiários das televisões e os comentadores que apenas pretendem justificar a mais pura selvajaria. Defendem a RTP, a SIC e a TVI que não deve haver um limite para a barbárie, que a selvajaria deve ser ilimitada.
Washington e a União Europeia rasgam as vestes cheias de sangue de crianças assassinadas pelos judeus quando lhes convêm. A selvajaria judaica sustentada por Washington e pela União Europeia fica impune, os mais aberrantes Crimes de Guerra dos judeus ficam impunes. Tornou-se uma banalidade bombardear hospitais, escolas e centros culturais, porque a culpa nunca é dos judeus assassinos, mas é das crianças assassinadas por eles, segundo a opinião de Washington e dos seus fanáticos súbditos da União Europeia.
«Israel ofende a la humanidad
Marcos Roitman Rosenmann
Sociólogo y analista político
Los noticieros abren su programación con la cifra de muertos en Gaza; a continuación desagregan las víctimas entre población civil, niños y objetivos militares abatidos por el ejército israelí, suma y sigue, y acaban señalando las observaciones del Consejo de Seguridad de Naciones Unidas, los exhortos de Obama pidiendo a Israel un alto al fuego y la inacción de Europa. Así, día tras día. Ninguna sanción, bloqueo de cuentas, retirada de embajadores, suspensión de créditos o una condena formal al Gobierno de Israel por trasgredir la convención de Ginebra. Meros llamados de atención y recomendaciones.


La sensación de vivir en un mundo donde bombardear hospitales, escuelas, centros culturales, bibliotecas, guarderías, lanzar obuses y disparar contra la población civil queda impune es de impotencia. ¿Cual es el límite a la barbarie?» (In «Público.es»)

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