Os
representantes de Merkel e Hollande, de acordo com Obama e Cameron, disseram
preto no branco ao representante de Putin, que os rebeldes anti-Kiev tem que
ser mesmo mortos e que a Rússia facilitará muito essa matança se tiver medo de
os ajudar. A oposição mata-se, foi o
recado das democracias ocidentais.
A
Direita portuguesa ficou muito incomodada com a resposta de Estaline à operação
Barbarossa, nomeadamente com a guerrilha de ambos os sexos infiltrada atrás das
linhas da frente hitlerianas.
É
possível que volte a sentir o mesmo incómodo, na operação Barbarossa 2 (2014)
quando começarem as notícias das acções de guerrilha dos ucranianos de etnia
russa por trás das linhas do exército de Kiev e das suas Waffen-SS 2014
(oficialmente «Guarda Nacional»).
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