Os vigaristas da Troika
(FMI/Washington + «BCE»/Berlim + «CE»/Berlim) andaram a dar ordens para
arruinarem a maioria dos portugueses, desemprego, sub-emprego, desvalorização
dos salários e das reformas, fome, morte, mas nada viram sobre a má gestão do
BES, não quiseram ver, e já falam em novas medidas de austeridade para
penalizarem os trabalhadores portugueses no activo e na reforma.
O Banco Espírito Santo, na
prática, faliu mesmo. A narrativa desta falência é pouco clara.
Até um ex-deputado do PSD,
Pacheco Pereira, refere o óbvio, como se pode ler adiante.
«Do nome do banco, já registado
por outros, à coisa, tudo remendado, apressado, mal feito, enganador,
enganador, enganador. As únicas preocupações evidentes foram a
auto-justificação do Governador do Banco de Portugal e a elaboração de uma
"narrativa" dolosa, destinada a impedir que se diga o que aconteceu: o BES
faliu e foi nacionalizado. Vai
ser "limpo" com o nosso dinheiro e depois vendido barato. Alguém
vai lucrar e muito. Tudo o resto é propaganda.» (Cit. in blog «Ladrões de
Bicicletas»)
O BES faliu mesmo e foi
nacionalizado falido de maneira não assumida. Foi criado o «Novo Banco» com 400
milhões de euros dos outros bancos em actividade em Portugal com o chamado «Fundo
de Resolução». Bem, mas é pouco, o Estado entrou com 4 500 euros para
salvar a situação. E o dinheiro do Estado é de quem? É dos contribuintes, dos contribuintes
portugueses, especializados em salvar bancos a troco da sua ruína pessoal.
Os vigaristas da troika às ordens de Berlim de Washington continuam
a mentir e as corjas portuguesas de apoio à troika estrangeira aparecem nas
televisões a exporem as posições toikistas.
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