segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A FALÊNCIA DO BANCO ESPÍRITO SANTO E OS VIGARISTAS DO COSTUME



Os vigaristas da Troika (FMI/Washington + «BCE»/Berlim + «CE»/Berlim) andaram a dar ordens para arruinarem a maioria dos portugueses, desemprego, sub-emprego, desvalorização dos salários e das reformas, fome, morte, mas nada viram sobre a má gestão do BES, não quiseram ver, e já falam em novas medidas de austeridade para penalizarem os trabalhadores portugueses no activo e na reforma.
O Banco Espírito Santo, na prática, faliu mesmo. A narrativa desta falência é pouco clara.
Até um ex-deputado do PSD, Pacheco Pereira, refere o óbvio, como se pode ler adiante.
«Do nome do banco, já registado por outros, à coisa, tudo remendado, apressado, mal feito, enganador, enganador, enganador. As únicas preocupações evidentes foram a auto-justificação do Governador do Banco de Portugal e a elaboração de uma "narrativa" dolosa, destinada a impedir que se diga o que aconteceu: o BES faliu e foi nacionalizado. Vai ser "limpo" com o nosso dinheiro e depois vendido barato. Alguém vai lucrar e muito. Tudo o resto é propaganda.» (Cit. in blog «Ladrões de Bicicletas»)

O BES faliu mesmo e foi nacionalizado falido de maneira não assumida. Foi criado o «Novo Banco» com 400 milhões de euros dos outros bancos em actividade em Portugal com o chamado «Fundo de Resolução». Bem, mas é pouco, o Estado entrou com 4 500 euros para salvar a situação. E o dinheiro do Estado é de quem? É dos contribuintes, dos contribuintes portugueses, especializados em salvar bancos a troco da sua ruína pessoal.

Os vigaristas da troika às ordens de Berlim de Washington continuam a mentir e as corjas portuguesas de apoio à troika estrangeira aparecem nas televisões a exporem as posições toikistas.

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