sexta-feira, 11 de julho de 2014

O FANATISMO RELIGIOSO JUDAICO É MUITO PERIGOSO EM 2014


Os judeus de vítimas do fanatismo religioso católico, que queimou muitos vivos através da Inquisição, passaram a vítimas dos alemães durante o nazismo. Calcula-se que os alemães tenham assassinado mais de 6 milhões de judeus, homens, mulheres e crianças de todas as idades, com uma crueldade muitíssimo superior à dos romanos, quando eles se revoltaram contra o poder de Roma.
O martírio dos judeus, realizado pelos alemães, durante o III Reich, levou os vencedores da II Guerra Mundial a quererem compensar os judeus de tanto sofrimento. Os vencedores da II Guerra Mundial, como toda a gente informada sabe foram a União Soviética, os Estados Unidos e o Reino Unido. Estaline na qualidade de líder da União Soviética e o presidente dos Estados Unidos chegaram a um acordo, para votarem na ONU a divisão da Palestina em dois Estados, um para os judeus (Israel) e outro para os palestinianos (Palestina). O Reino Unido afastou-se deste acordo e não votou a favor na ONU, enquanto que os Estados Unidos e a União Soviética votaram da mesma maneira.
Ora, os palestinianos não foram nada responsáveis pelo extermínio de mais de 6 milhões de judeus pelos alemães. Sem qualquer responsabilidade no extermínio dos judeus pelos alemães os palestinianos acabaram por pagar por isso.
Desde o aniquilamento militar e político dos judeus pelo imperador romano Adriano no século II (135), porque estes o desafiaram, que mandou arrasar Jerusalém e massacrar todos os líderes militares e políticos judeus e expulsou os restantes judeus da Judeia, a que mudou o nome para Palestina, os judeus deixaram de existir enquanto comunidade política e militar. Só o poder dos vencedores da II guerra Mundial lhes devolveu esse estatuto político-militar.

Em 2014, o fanatismo religioso dos judeus é muito perigoso. Os judeus em 2014 tratam os palestinianos como os nazis tratavam os judeus.


Os israelitas não distinguem o Bem e o Mal como os Humanistas e não têm o sentido da proporcionalidade. Massacram os palestinianos, numa orgia de sangue, semelhante às orgias de sangue nazis.

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