terça-feira, 22 de julho de 2014

A SELVAJARIA DEMOCRÁTICA OU A SELVAJARIA IMPERIAL-COLONIAL


A selvajaria dita democrática é praticada pelo imperial-colonialismo de Washington e pelos seus vassalos.

Selvajaria dita democrática, através do massacre de mulheres e crianças pela democracia dos Estados Unidos no Vietname.

A Censura democrática ou dita democrática é feita nas redacções, onde há uma Censura radical a tudo que possa pôr em causa as versões do imperial-colonialismo com sede em Washington. Liberdade de expressão sim, mas só para aquilo que possa interessar ao Reich com capital em Washington.
Selvajaria democrática ou tortura dita democrática praticada pelos militares dos Estados Unidos na Rede Guantánamo e Sucursais (umas prisões conhecidas, outras prisões secretas).


A Censura dita democrática escondeu, enquanto foi possível, as verdades e as mentiras inconvenientes sobre a invasão do Iraque.


Adolf Hitler tinha pensado que o III Reich da Alemanha iria dominar o Mudo durante mil anos. Esta ideia foi retomada pelos neoconservadores estadunidenses que acharam que depois da implosão da União Soviética o Império (ou Reich) com sede em Washington deveria dominar o Mundo, chamaram a este Reich Mundial com sede em Washington poder unipolar de Washington. Obama mantém esta ideia neoconservadora e já dá ordens ao presidente da República da Rússia, já lhe diz, pormenorizadamente, o que ele deve fazer.


No mapa a seguir, a cinzento estão os Estados Unidos e todos os países seus lacaios mais fanáticos, que recusam reconhecer o Estado da Palestina, e por isso, são responsáveis pelas atrocidades cometidas pelos judeus, em nome de um insano fanatismo religioso judaico, que não distingue o Bem e o Mal, tal como o fazem os Humanistas.
«O vale tudo em Gaza








a ler aqui

A matança



 

El País» (In blog «O TEMPO DAS CEREJAS 2»)


Há fome democrática de guerra, há sede democrática de sangue, há o prazer democrático de sentir o cheiro a carne humana queimada na União Europeia e em Washington.

"«No seu notável livro sobre a I Guerra Mundial, o historiador Christopher Clark, designa os dirigentes políticos europeus, que conduziram os seus povos à hecatombe bélica de 1914-18, como "sonâmbulos" (Sleepwalkers). Talvez um historiador futuro, tentando classificar a liderança europeia que desde 2008 tem adiado as decisões necessárias para salvar a UE, encontre em "amnésicos" um adjectivo mais adequado. Amnésicos, porque esqueceram que garantir uma ordem livre, justa e pacífica é o objectivo vital da Europa, e também o único meio de dar um sentido ao sacrifício de 60 milhões de vidas em duas guerras mundiais, com ignição europeia. Amnésicos, porque transformaram uma união monetária, que deveria ser um instrumento de prosperidade, numa prisão de povos, restaurando a hierarquia dos Estados europeus de um modo brutal, acentuando assimetrias, e reabrindo cicatrizes e hostilidades antigas. Amnésicos também porque esqueceram não só as lições das guerras travadas (entre 1914 e 1945) como os ensinamentos da guerra evitada com o desmantelamento pacífico da URSS, sob a liderança de Gorbachev e Ieltsin. A guerra civil na Ucrânia, com o seu cortejo de violências e ignomínias, deve-se em muito à irresponsável conduta de alguns governos europeus (falando abusivamente em nome da UE) que lançaram mais combustível para a fogueira que deveriam ter ajudado a apagar. Só se pode desejar que o horrível massacre dos inocentes no voo malaio possa levar os amnésicos a uma redentora lucidez. Só a diplomacia poderá não só garantir a justiça como parar uma escalada militar, que, no limite, voltaria a colocar a Europa, quase trinta anos depois do fim da guerra fria, debaixo da ameaça das armas nucleares. Uma ameaça latente, mas inteiramente operacional.» (Realces meus.)
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Viriato Soromenho-Marques" (Cit. por Joana Lopes in blog «Entre as brumas da memória»)

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