Uma deputada judia disse que as mulheres palestinianas deviam
ser mortas porque tinham ou poderiam vir a ter filhos.
Washington e a União Europeia organizaram, financiam e
apoiam a chacina de mulheres e crianças palestinianas em Gaza.
Os mesmos que tanto lamentam a
morte dos passageiros de um avião da Malásia que sobrevoou uma zona de guerra
com bombardeamentos aéreos, são os
mesmos que apoiam até às lágrimas os bárbaros crimes cometidos pelos judeus em
Gaza.
As mães palestinianas
que vêem os seus filhos assassinados pelos judeus, certamente que lamentam que
Hitler não tenha exterminado mesmo todos os judeus. A selvajaria dos judeus em
Gaza, em certa medida, justifica o extermínio dos judeus por Hitler, à posteriori. Se
Hitler tivesse exterminado mesmo todos os judeus os palestinianos estavam muito
mais seguros. As mães palestinianas que vêem os seus
filhos mortos pelos israelitas, provavelmente, terão destes pensamentos.
A barbárie em nome da democracia é uma modalidade de
barbárie, mas está na moda nos países da NATO.
Esta judia Ayelet Shaked
defende a matança das mulheres palestinianas.
Esta judia Ayelet Shaked
defende a matança das mulheres palestinianas.
«A
well-known Israeli politician and parliament member has branded Palestinians as terrorists, saying mothers of
all Palestinians should also be killed during the ongoing Israeli assault on
the besieged Gaza Strip, Daily Sabah reported.»

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