É curioso que um dos criadores
da Democracia Contemporânea o iluminista franco-suiço Jean-Jacques Rousseau,
especialmente através do seu livro «O Contrato Social», publicado em Abril de
1762 e queimado em público logo no mês de Junho seguinte, defendeu que os dois
primeiros deveres do Estado são promover a Liberdade
e a
Igualdade. Ora ainda estamos muito muito longe da Igualdade. Ora uma
Democracia com grandes desigualdades está num nível de aperfeiçoamento ainda
muito atrasado. Mas a mais básica das igualdades da democracia e fora dela é
o direito de um povo à autodeterminação e à independência direito que os
Estados Unidos e boa parte do seu Império negam ao povo palestiniano.
O povo palestiniano é
visto pelos que não reconhecem o Estado Independente da Palestina como um
conjunto de escravos. A seguir apresento uma
pintura sobre o mercado de escravos brancos, que existiu na Europa, mesmo
depois da queda do Império Romano do Ocidente no século V d.C., do artista
francês Jean-Léon Gérôme (1824-1904).
Na Europa só a Islândia e a República de Malta reconhecem
o Estado Independente da Palestina. Neste caso em si os
governos mais selvagens e bárbaros são os da União Europeia, dos Estados
Unidos, do Canadá e o de Israel, este que, na prática, é um protectorado da
NATO e da União Europeia.
«O Estado da Palestina (árabe:
دولة فلسطين, transl. Dawlat Filastin) é
uma organização política reconhecida
parcialmente como um Estado soberano no Médio Oriente. O Estado palestiniano controla algumas funções
da administração pública nos territórios palestinianos. Ele foi proclamado no dia 15 de Novembro de 1988 em Argel pelo Conselho
Nacional Palestiniano (o organismo
legislativo da Organização para a Libertação da
Palestina, OLP) através de uma votação
com 253 votos a favor, 46 votos contra e 10 abstenções.» O Estado da
Palestina é administrado (parcialmente), desde 1994, pela Autoridade
Nacional Palestiniana, e é reconhecido como um Estado Soberano por 109 países, a verde no mapa a seguir.
A declaração invocou o Tratado de Lausanne (1923) e a resolução 181.SFR da Assembleia Geral das Nações Unidas como forma de fundamentar a proclamação do "Estado da Palestina no nosso território Palestiniano com a sua capital em Jerusalém". Foi o esforço diplomático com maior sucesso no sentido da criação de um Estado Palestiniano, apesar do facto, o Estado da Palestina não possuía, na época, soberania sobre nenhum território. Actualmente a Autoridade Nacional Palestiniana ambiciona o estabelecimento de um Estado da Palestina Idependente e que possua um governo democrático e transparente, na totalidade da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental.
A declaração invocou o Tratado de Lausanne (1923) e a resolução 181.SFR da Assembleia Geral das Nações Unidas como forma de fundamentar a proclamação do "Estado da Palestina no nosso território Palestiniano com a sua capital em Jerusalém". Foi o esforço diplomático com maior sucesso no sentido da criação de um Estado Palestiniano, apesar do facto, o Estado da Palestina não possuía, na época, soberania sobre nenhum território. Actualmente a Autoridade Nacional Palestiniana ambiciona o estabelecimento de um Estado da Palestina Idependente e que possua um governo democrático e transparente, na totalidade da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental.
Ao longo do conflito israelo-palestiniano, as reivindicações pela independência do Estado da
Palestina tem sido largamente ignoradas por Israel, mesmo após o plano de retirada realizado em 2005. Além disso, o Estado da Palestina ainda não é um
estado-membro efectivo da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo representado pela Organização para a Libertação da
Palestina(OLP), que é apenas um membro
observador da organização. Alguns países da União Europeia, como o Reino Unido, mantêm relações com a Autoridade Nacional Palestiniana, estabelecida através dos Acordo de Paz de Oslo.
O Estado da Palestina não é membro de
pleno direito da ONU devido ao veto dos Estados Unidos no Conselho de Segurança da
ONU, apoiado por súbditos seus da NATO.

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