domingo, 13 de julho de 2014

A PALESTINA E A DESUMANIDADE DOS ESTADOS UNIDOS E DOS SEUS LACAIOS

É curioso que um dos criadores da Democracia Contemporânea o iluminista franco-suiço Jean-Jacques Rousseau, especialmente através do seu livro «O Contrato Social», publicado em Abril de 1762 e queimado em público logo no mês de Junho seguinte, defendeu que os dois primeiros deveres do Estado são promover a Liberdade e a Igualdade. Ora ainda estamos muito muito longe da Igualdade. Ora uma Democracia com grandes desigualdades está num nível de aperfeiçoamento ainda muito atrasado. Mas a mais básica das igualdades da democracia e fora dela é o direito de um povo à autodeterminação e à independência direito que os Estados Unidos e boa parte do seu Império negam ao povo palestiniano.


O povo palestiniano é visto pelos que não reconhecem o Estado Independente da Palestina como um conjunto de escravos. A seguir apresento uma pintura sobre o mercado de escravos brancos, que existiu na Europa, mesmo depois da queda do Império Romano do Ocidente no século V d.C., do artista francês Jean-Léon Gérôme (1824-1904).


Na Europa só a Islândia e a República de Malta reconhecem o Estado Independente da Palestina. Neste caso em si os governos mais selvagens e bárbaros são os da União Europeia, dos Estados Unidos, do Canadá e o de Israel, este que, na prática, é um protectorado da NATO e da União Europeia.


«O Estado da Palestina (árabe: دولة فلسطينtransl. Dawlat Filastin) é uma organização política reconhecida parcialmente como um Estado soberano no  Médio Oriente. O Estado palestiniano controla algumas funções da administração pública nos territórios palestinianos. Ele foi proclamado no dia 15 de Novembro de 1988 em Argel pelo Conselho Nacional Palestiniano (o organismo legislativo da Organização para a Libertação da Palestina, OLP) através de uma votação com 253 votos a favor, 46 votos contra e 10 abstenções.» O Estado da Palestina é administrado (parcialmente), desde 1994, pela Autoridade Nacional Palestiniana, e é reconhecido como um Estado Soberano por 109 países, a verde no mapa a seguir.

A declaração invocou o Tratado de Lausanne (1923) e a resolução 181.SFR da Assembleia Geral das Nações Unidas como forma de fundamentar a proclamação do "Estado da Palestina no nosso território Palestiniano com a sua capital em Jerusalém". Foi o esforço diplomático com maior sucesso no sentido da criação de um Estado Palestiniano, apesar do facto, o Estado da Palestina não possuía, na época, soberania sobre nenhum território. Actualmente a Autoridade Nacional Palestiniana ambiciona o estabelecimento de um Estado da Palestina Idependente e que possua um governo democrático e transparente, na totalidade da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Jerusalém Oriental.


Ao longo do conflito israelo-palestiniano, as reivindicações pela independência do Estado da Palestina tem sido largamente ignoradas por Israel, mesmo após o plano de retirada realizado em 2005. Além disso, o Estado da Palestina ainda não é um estado-membro efectivo da Organização das Nações Unidas (ONU), sendo representado pela Organização para a Libertação da Palestina(OLP), que é apenas um membro observador da organização. Alguns países da União Europeia, como o Reino Unido, mantêm relações com a Autoridade Nacional Palestiniana, estabelecida através dos Acordo de Paz de Oslo. O Estado da Palestina não é membro de pleno direito da ONU devido ao veto dos Estados Unidos no Conselho de Segurança da ONU, apoiado por súbditos seus da NATO.

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