quinta-feira, 12 de junho de 2014

A HIPOCRISIA CRUEL SEM VERGONHA DO PODER EM PORTUGAL

A Ditadura de Berlim sobre Portugal é implacável não provoca só sofrimento, mas também a morte por ausência de cuidados de saúde. Os traidores Paulo Rangel e Vital Moreira defendem que a independência de Portugal é ilegal e que legal é a Ditadura de Berlim sobre Portugal exercida através do falso «BCE» e de Bruxelas. Berlim mandou construir Auschwitz, Berlim é cruel, de uma crueldade sem limites.


Os traidores do governo PSD-CDS, nomeadamente o ministro Paulo Macedo, querem condenar à morte alguns doentes com Hepatite C, por ordem de Berlim. Fica caro tratá-los, fica mais barato deixá-los morrer.


«A «esperança» de Cavaco e o desespero de outros



A «vaga de fundo que atingiu Cavaco no passado dia 10 e as polémicas que se seguiram foram tão fortes que desviaram as atenções do inaceitável discurso que fez na sessão solene. O tema foi «esperança», palavra que usou 18 vezes em 14 minutos, as afirmações foram no mínimo ofensivas para os portugueses que continuam sem ter razões para a ter.

No dia seguinte, ontem, a Controlinveste (que abrange DN, JN, TSF e O Jogo, entre outros) fez um despedimento colectivo de 140 colaboradores e anunciou uma rescisão amigável com mais 20.

Proponho um exercício ao presidente da República: convoque estas 160 pessoas, e respectivas famílias, e repita, olhando-as de frente, que «conquistámos o direito a ter esperança» e que será possível, agora, «olhar o futuro com renovada confiança». Porque, o estado de espírito de cada uma dessas 160 pessoas é aquele que Pedro Santos Guerreiro retrata bem, noExpresso diário:

«Hoje. Ao fundo, um homem sai de um gabinete. O gabinete do chefe. Do ex-chefe. Do ex-chefe que ainda é chefe, ex é ele: ex-empregado. Acaba de ser despedido. É um de um rol de muitos, um nome a mais numa lista, uma fila a menos numa folha de cálculo. Sai calado, pelo espaço aberto, outros olhos viram-se primeiro para ele, depois para baixo. Outro nome é chamado, lá vai ele, o mesmo gabinete, o mesmo destino. Hoje a empresa não é uma empresa, é um matadouro. Morrem empregos. Saiu nas notícias e tudo. É um dia na vida.
A vida já continuará, mas hoje não. “Fui eu? Foram eles? O que fiz de errado? O que farei agora? Como vou dizer? Como vou fazer? Quero um abraço. Não quero ver ninguém. Quero viver. Quero morrer. Merda para isto. Respira fundo. Mas para quê? Rosna. Chora. Põe-te de pé! Desaba… Com esta idade? Com esta idade.”»

Hoje, somos todos empregados do DN, do JN, da TSF. Muitos estarão presentes numa manifestação de solidariedade com os despedidos, convocada por colegas jornalistas que se sentem impotentes mas que não querem deixar de estar presentes.

Hoje, lamentamos ter um presidente inapto, não porque desmaia, mas porque é incapaz de interpretar os sentimentos do povo que (infelizmente) o elegeu e se identifica, apenas e totalmente, com as políticas assassinas de quem nos desgoverna. » (In blog «Entre as brumas da memória»)

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