domingo, 22 de junho de 2014

AMEAÇAS ÀS AMEACAS

Putin respondeu às ameças de Washington, Berlim, Paris e Londres.
A NATO quer uma guera nuclear a sério? Para Washington uma coisa foi bombardear Hiroxima

e Nagasáki, porque o Japão não tinha bombas atómicas, outra coisa bem diferente é usar bombas atómicas contra quem tem potencial de bombas atómicas suficiente para destruir mais que um planeta igual à Terra.
Míssil intercontinental russo, que surgiu do fundo do mar, com capacidade para transportar armamento nuclear para qualquer ponto do paneta Terra

«As tropas foram colocadas de prontidão depois de o presidente da Rússia ter ordenado exercícios militares não programados entre hoje e 28 de junho, disse o ministro da Defesa do país
AP
Presidente Vladimir Putin durante pronunciamento na Rússia
O presidente Vladimir Putin colocou em alerta máximo as tropas localizadas no centro da Rússia, disse neste sábado (21) o ministro da Defesa, Sergei Shoigu, um dia depois de o Kremlin ter confirmado o reforço da presença militar na fronteira com a Ucrânia.
"De acordo com a sua ordem, desde as 11h de Moscou as tropas da região militar central, bem como as formações e unidades militares localizadas no seu território, foram colocadas em alerta total de combate", disse o ministro à agência de notícias russa Interfax.
As tropas foram colocadas em alerta depois de Vladimir Putin ter ordenado exercícios militares não programados entre hoje e 28 de junho, disse Shoigu.
Esse período cobre a duração do cessar-fogo decretado pelo presidente ucraniano. Nessa sexta-feira (20), o Kremlin criticou o anúncio do cessar-fogo, considerando que foi decidido sem os separatistas terem sido convidados para as negociações.
O chefe de Estado-Maior do Exército russo, Valeri Gerasimov, disse que mais de 65 mil soldados, cerca de 180 aviões, quase 60 helicópteros e 5 mil unidades de equipamento militar participarão dos exercícios.
A decisão de Vladimir Putin surge um dia depois de o presidente da Ucrânia Petro Porochenko ter decretado um cessar-fogo de uma semana para a região Leste do país, cenário de combates entre forças ucranianas e separatistas pró-russos, que já provocaram centenas de mortos.
Guardas fronteiriços ucranianos disseram hoje que o cessar-fogo está sendo ignorado pelos separatistas pró-russos, que continuam a atacar as forças governamentais no Leste do país.
Segundo o serviço ucraniano de guardas fronteiriços, três soldados ficaram feridos num ataque durante a noite a um dos postos de controle na região de Donestk, quatro horas depois da entrada em vigor do cessar-fogo.» (In «ÚLTIMO SEGUNDO» net)







«Cessar-fogo não foi cumprido e os combates prosseguem no Leste da Ucrânia

Putin coloca tropas russas em "estado de alerta" e diz que tem que haver um compromisso político para o Leste da Ucrânia.
Tropas separatistas em Donetsk, no Leste da Ucrânia 

O cessar-fogo anunciado por Kiev para o Leste da Ucrânia foi rejeitado pelos separatistas, que consideraram o anúncio do Presidente Petro Poroshenko uma “farsa”. Numa série de ataques realizados antes e depois da hora marcada para o fim dos combates – 22h de sexta-feira, hora local –, feriram seis soldados governamentais.
“Já tinhamos ouvido tiros ontem, voltámos a ouvi-los a partir das quatro da manhã. Não há cessar-fogo”, disse à AFP Lila Ivanovna, que está em Andriivka, uma vila próxima de Slaviansk, um dos bastiões dos separatistas pró-Rússia.
A artilharia ucraniana está posicionada numa colina junto de Slaviansk. Na sexta-feira, o Presidente ucraniano, Petro Poroshenko, anunciou que as forças governamentais iriam cessar os ataques, um primeiro passo para a aplicação de um plano de paz. Mas este plano foi rejeitado pelos separatistas, que, em conformidade, não reconheceram o cessar-fogo. Poroshenko deixara claro que se as forças governamentais fossem atacadas responderiam, pelo que o conflito nunca parou no Leste da Ucrânia.
Perto das 22h de sexta-feira, três soldados foram feridos num ataque dos separatistas junto de Donetsk, outro bastião rebelde. No segundo ataque, os separatistas tentaram conquistar um posto de controlo, mas sem sucesso. O Ministério da Defesa Ucaniano fez saber que houve mais dois ataques contra uma unidade de mísseis de Andriivka.
Enquanto no terreno tudo permanece igual – apenas o número de baixas vai aumentado; mortos são 356 desde o início dos combates, em Abril –, noutras frentes deste conflito assiste-se a uma repetição de cenário.
O Governo de Moscovo anunciou que, mais uma vez, irá deslocar um forte contingente para junto da fronteira com a Ucrânia no quadro de “manobras militares” que vai realizar na região. O chefe do Estado-Maior do Exército russo, Valeri Guerasimov, disse que este exercício militar vai envolver 65 mil homens – de bases nos Urales e na Sibéria ocidental –, 180 aviões, cerca de 60 helicópteros e 5500 unidades de equipamento militar. 
Em Maio, uma movimentação de tropas justificada também com a realização de exercícios militares por Moscovo deu origem a uma guerra de palavras entre os russos e a NATO – o tom tornou-se tão belicista que os analistas escreveram que não se assistia a nada assim desde a Guerra Fria. Houve desmentidos por parte da Rússia, divulgação de imagens de satélite por parte da NATO e o Presidente russo, Vladimir Putin, acabaria por anunciar o fim das manobras militares e o regresso das tropas aos quartéis de origem.
Agora, e a acompanhar este anunciado movimento de homens e armas, o Presidente russo ordenou que todas as forças militares da Região Centro da Rússia entrassem em “estado de alerta”. O anúncio destas novas “manobras” já motivou um primeiro comentário por parte do Governo americano, que fez saber que não permitirá que tropas russas entrem em território ucraniano. » (In jornal «Público net)

Então Washington vai iniciar a III Guerra Mundial? Só iniciando a III Guerra Mundial é que Washington pode enfrentar a Rússia.

Vai ou não vai Washington começar a III Guerra Mundial?
No mínimo seria um mau negócio uma chuva mútua de bombas atómicas, se só houvesse umas centenas de milhões de mortos; se houvesse mais mil milhões de mortos também seria um mau negócio.
Palavras, palavras leva-as o vento.

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