sexta-feira, 9 de maio de 2014

TEORIA DA COMUNICAÇÃO SOCIAL


O alemão Paul Joseph Goebbels é um teórico fundamental da comunicação social europeia. Pertencia à elite da Alemanha nazi e afirmava que «uma mentira de tantas vezes ser repetida acabava por se transformar em verdade». Explica também a teoria da omissão – um acontecimento que não for noticiado «não existiu».
Ora na questão da junta fascista-nazi de Kiev, muitos órgãos de comunicação social ocidentais, acabaram por se desmascararem ao mostrarem que seguiam a teoria da comunicação social de Paul Joseph Goebbels – Le Monde, Libération, Der Spiegel, El País, The New York Times, a BBC, a CNN, a RTP, a SIC, a TVI, a revista Time, os jornais portugueses  como o Público, e tantos outros. Muitos órgãos de comunicação social dirigem-se a um público pouco instruído, intelectualmente pouco exigente, outros assumem-se como propagandistas da Direita, nem vale a pena referi-los.
A revista francesa «Marianne» cuja linha editorial é muito contraditória publicou um artigo sobre o Massacre de Odessa em que desmascara a teoria de dois pesos duas medidas dos órgãos de comunicação social ocidentais em relação ao massacre de Odessa. Pessoalmente, não partilho a ideia de que os meios de comunicação social ocidentais dominantes sejam honestos, acho que são desonestos por uma questão de princípio, acho que são desonestos por razões éticas e morais, pelo que acho pouco profundo o atrás referido artigo da revista «Marianne», embora seja claro.
«Na parte Leste, a Rússia alimenta com toda a evidência os elementos separatistas sobre os quais tem influência. Em Kiev estes são classificados de ‘terroristas’, como se a revolta da parte Oeste fosse respeitável e que a sua homóloga do Leste fosse não-respeitável». (In revista «Marianne» net)

Para mim chocante é que países que na II Guerra Mundial combateram contra o fascismo-nazismo estejam agora a apoiar o fascismo-nazismo em Kiev.

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