sábado, 17 de maio de 2014

«PARLAMENTO EUROPEU» – ELEIÇÕES EM 25 DE MAIO


O voto que me parece mais consistente é o voto de desprezo pela falsa União Europeia, cujos países membros se roubam uns aos outros e cujos povos se odeiam uns aos outros. O voto de desprezo é ficar em casa, é não ir votar.
Embora gostasse que 99% dos portugueses não votassem, como clara afirmação do desprezo pela Ditadura de Berlim, sei que alguns, uma pequena minoria, vão votar. Sendo assim, opto pelo mal menor e vou votar contra o terrorismo da Troika-Qaeda, vou votar contra o Tratado Orçamental que é um Tratado Criminoso Contra a Democracia.
A CEE/CE/União Europeia existe, em 2014, para permitir uma Ditadura dos vencidos de Berlim, em duas guerras mundiais que destruíram a Europa.

É uma aberração a Ditadura de Berlim sobre a falsa União Europeia, porque a CEE/CE/União Europeia, enquanto conjunto de países que se ajudavam mutuamente para melhorarem a qualidade vida de todos os povos deixou de existir.
A falsa União Europeia para Portugal é uma instituição que produz sofrimento, falências, desemprego, emigração em massa, empobrecimento, pobreza, miséria e fome. E ao mesmo tempo produz riqueza para os oligarcas que representam 1% da população.
A Ditadura de Berlim criminalizou o bem-estar da maioria dos portugueses. Tudo o que dá lucro é para os oligarcas. Quando os oligarcas têm prejuízos são nacionalizados esses prejuízos, como aconteceu no caso BPN. A Ditadura de Berlim quer que os oligarcas ganhem ainda mais à custa do empobrecimento da maioria da população. Cortes em cima de cortes nos rendimentos do Trabalho, seja estatal ou privado, cortes em cima de cortes nos rendimentos dos reformados do Estado e do sector privado. Segurança máxima para os oligarcas, insegurança, precariedade, para os trabalhadores.
Os instrumentos da Ditadura de Berlim são a falsa Comissão Europeia e o falso Banco Central Europeu, cujas leis são criminosas.
Até na Direita há quem veja o carácter perverso da chamada «União Europeia», como se pode ler a seguir.

«Hoje, a União Europeia é um monstro híbrido e perigoso, controlado por uma burocracia que detesta a democracia e que acha que “ela” é que sabe como se deve “governar” a Europa e cada país em particular. Os parlamentos nacionais são para esses burocratas o local da irracionalidade da política produzida pelos “incompetentes” dos políticos. A troika foi uma das faces dessa burocracia, que em Bruxelas, Frankfurt, e no Luxemburgo, está encostada ao poder do dia, como sempre esteve. Neste caso, o poder do dia começou por ser um directório França-Alemanha, hoje é só alemão. Se amanhã, por absurdo, fosse inglês ou russo, a mesma burocracia lá estaria encostada a legislar sobre tudo e todos, com uma única racionalidade: a Lei de Parkinson. (...)» (Pacheco Pereira in «Público»)

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