sábado, 31 de maio de 2014

O MAPA DA REPÚBLICA DA UCRÂNIA É UM ERRO COLOSSSAL-TRÁGICO DESENHADO POR ESTALINE (SEM A CRIMEIA)

OS ATAQUES COM ARTILHARIA CONTRA CENTROS URBANOS, ORDENADOS PELO PADRINHO MAFIOSO FASCISTA-NAZI «PRESIDENTE INTERINO»-REI DOS CHOCOLATES SÃO FASCISMO-NAZISMO PURO E DURO.

«Os ucranianos mortos são todos eurocéticos
por FERREIRA FERNANDESOntem137 comentários
A Europa procura com contas de merceeiro quem será o seu próximo presidente, que será quem quer que seja, mas pouco. E, entretanto, em noticiário só de pequenas linhas, a guerra civil instala-se na Ucrânia. É a Jugoslávia Parte II. Ainda não tão emocionante mas lá chegaremos, as imagens da anarquia em Donetsk, homens musculados e loiras de camuflado, confirmarão que as guerras civis mais populares no prime-time são das terras com gente bonita. Espetáculo que deveria envergonhar-nos porque a tragédia, a poucas semanas da magna tragédia que vai ser, é também culpa nossa. Dessa, dita em cima, falta de Europa. Se nos tivéssemos ocupado menos com as medidas das sanitas e mais com o tamanho e a profundidade da Europa, não tínhamos chegado aqui. Era claro que não devíamos ter acirrado a Ucrânia contra a Rússia. Devíamos, se fôssemos europeus, ter pensado Ucrânia e Rússia. E porque éramos os menos envolvidos deveríamos ter sido os que agiram de cabeça fria. Chama-se política, que é coisa que devia ser entregue só a grandes, não a amanuenses de geoestratégia. Em 1959, ainda a URSS tinha 30 anos para viver, De Gaulle definiu o nosso espaço numa frase: "Do Atlântico aos Urais." Ele percebeu, quando ainda só se podia adivinhar, que a Rússia é nossa ou somos pouco. Hoje, com ela aí, a Europa tratou-a como inimiga e, cobardemente, por interposto e fraco país. Ucrânia, mais um dano colateral da falta de Europa.» (In «DN» net)

«Ucrânia: Artilharia retoma bombardeamento no leste do país

A artilharia ucraniana retomou hoje os bombardeamentos na cidade de Slaviansk, bastião das milícias pró-russas no leste do país, informou a agência oficial russa RIA- Novosti.

«Fogo de obuses fustiga o centro da cidade, onde se concentra o 'grosso' das forças das milícias», refere a agência.
Segundo residentes de Slaviansk, os bombardeamentos de hoje foram mais intensos do que os registados em dias anteriores, envolvendo o abate de um helicóptero das Forças Armadas da Ucrânia, esta quinta-feira, que resultou na morte de 14 militares, incluindo um general.
O incidente transformou quinta-feira num dos piores dias para o exército ucraniano desde o lançamento das operações contra os pró-russos do leste, depois de a 22 de maio terem sido mortos 17 militares, 16 na cidade de Volnovakha, na região de Donetsk, e um num ataque de rebeldes na vizinha região de Lugansk.
O autoproclamado presidente de Slaviansk, Viacheslav Ponomariov, um dos líderes da revolta pró-russa, estimou em quase 1.200 as baixas sofridas pelas forças governamentais, além de oito helicópteros e 15 blindados, na sua ofensiva contra Slaviansk.
«Todos os criminosos serão aniquilados ou sentados no banco dos réus», declarou o Presidente interino da Ucrânia, Alexandr Turchinov,

após o derrube do helicóptero, mostrando-se confiante de que as tropas governamentais vão «limpar os terroristas» do sudeste do país.
Diário Digital com Lusa» (In «Diário Digital»)

Tropas ucranianas perto Slaviansk (Arquivo)
13:42 30/05/2014
Palavras-chave: operação militar , Donetsk , Ucrânia , Luhansk
KIEV, 30 de Maio (RIA Novosti) - As forças do governo ucraniano estão planeando  continuar a operação especial do regime Kiev, no sudeste do país até atingirem uma estabilização completa da região, disse o ministro da Defesa interino da Ucrânia Mykhailo Koval,  sexta-feira.
"Vamos trabalhar até essa região começar a viver normalmente ... e até que o povo possa [começar] a viver em paz", disse Koval.
O exército ucraniano ocupou as partes Sul e Oeste da região de Donetsk, bem como o Norte da região de Luhansk durante a operação, disse o ministro.
Um dos principais objetivos do militar ucraniano é restabelecer o funcionamento regular das autoridades interinas de Kiev no território libertado, acrescentou.
Relatórios anteriores da mídia dizem que as forças de segurança da Ucrânia planeando completar a operação contra os federalistas no leste do país até 14 de Junho.
A operação de segurança ucraniana no Sudeste da Ucrânia continua, apesar de um memorando sobre a paz e a harmonia adoptado pelo Parlamento antes da votação presidencial de 25 de Maio. A operação já matou dezenas de pessoas em ambos os lados.
O ministro russo, Sergei Lavrov, disse  que a Ucrânia deve parar imediatamente  a violência e iniciar um diálogo nacional, após uma eleição presidencial no país.
As Repúblicas de Donetsk e Luhansk, atoproclamadas,  no Leste da Ucrânia, realizaram referendos sobre a autodeterminação em 11 de Maio, com mais de 90 por cento dos eleitores, que apoiam uma maior autonomia.» (In «RIA Novosti» net)

«Radicais da Ucrânia da Direita presos na Crimeia depois de tentarem ataques 

Ativistas do setor direito (Arquivo)
00:46 30/05/2014
Tags: prisão , terrorismo , FSB , setor direito , Criméia , Rússia
MOSCOVO, 30 de Maio (RIA Novosti) - O serviço russo de Segurança Federal (FSB) deteve um grupo de radicais ucranianas do movimento  da extrema-direita implicados em ataques na Crimeia, em Simferopol, Yalta e Sevastopol, informou a agência sexta-feira.
"O departamento de investigação do FSB da Rússia abriu uma investigação criminal contra [os membros  da extrema-direita] ... que se preparavam, como parte de uma organização terrorista, para a perpetração de um atentado terrorista e explosões na noite de 8 de maio ... em Simferopol [na Crimeia ] ", disse a assessoria de imprensa FSB.
Buscas nas casas dos cúmplices dos extremistas detidos encontraram explosivos, armas de fogo, munições e máscaras de gás, de acordo com o jornal Vzglyad. O FSB disse que os quatro admitiram que a célula  foi organizada para desestabilizar a situação política na península antes do referendo de independência.
A Crimeia, anteriormente uma república autónoma dentro da Ucrânia, recusou-se a reconhecer a legitimidade do governo imposto pelo golpe em Kiev que chegou ao poder após o derrube do presidente Yanukovych em Fevereiro e votou pela secessão. Em 16 de Março, a Crimeia realizou um referendo, com mais de 96 por cento dos eleitores da região para  para abandonar a Ucrânia e para a integração na Rússia.» (In «RIA Novosti» net)

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