quinta-feira, 15 de maio de 2014

A ÉTICA DO FUTEBOL E A MORAL DO CAPITALISMO

A CIA de Nixon derrubou a Democracia do Chile e colocou no poder o ladrão, torturador e assassino Pinochet, um dos terroristas mais elogiados pelos Estados Unidos, pela NATO e pela CEE/CE/União Europeia.

Com o apoio dos Estados Unidos, da NATO, da CEE/CE/União Europeia, da FIFA, da UEFA e da sua congénere da América do Sul (Confederação Sul-Americana de Futebol, CONMEBOL, ou CSF), Pinochet transformou o Estádio de Futebol de Santiago do Chile no Auschwitz da América do Sul, transformou o Estádio de Futebol de Santiago do Chile num Campo de Concentração de presos políticos, de tortura e de fuzilamentos.

Pressionada pelos Estados Unidos e pela CEE/CE/União Europeia, a FIFA, então dominada por fascistas brasileiros, marcou o jogo de futebol para o playoff do Mundial de 1974 Chile-União Soviética, para o Campo de Concentração de Auschwitz, digo para o Auschwitz da América do Sul. A União Soviética recusou jogar num Campo de Concentração de prisioneiros políticos, de tortura e de fuzilamentos e não compareceu. A FIIFA considerou muito honrosa a transformação do Estádio de futebol de Santiago do Chile num Campo de Concentração de prisioneiros políticos de tortura e de fuzilamentos dos mesmos e altamente criminosa a recusa da União Soviética em não comparecer para jogar futebol no Auschwitz da América do Sul e, por unanimidade, baniu-a do Mundial de futebol de 1974.


Na Itália corrupção envolvendo clubes como a Juventus, o Milan, Fiorentina, Lazio e Reggina abalou o futebol italiano e europeu em 2006. A justiça italiana desmantelou um sistema organizado, que incluía aliciamento de jogadores, árbitros e dirigentes, de forma a adulterar os resultados de vários jogos.

O esquema, um dos muitos esquemas de corrupção do futebol, em princípio impunes, mas porque foi tornado público, e, por isso, não pôde ser abafado ficou conhecido como «calciocaos», forçou a federação italiana de futebol a tomar medidas. Foi vlolado o princípio da impunidade, surpreendentemente. O clube mais corrupto neste esquema foi a Juventus, que viu serem-lhe retirados dois títulos de campeão nacional, além de ter sido despromovida à Série B, que começou com menos 17 pontos. Ao Milan, Fiorentina, Lazio e Reggina foram retirados pontos. Investigações judiciais comprovaram que várias pessoas do futebol estavam envolvidas na fraude desportiva, árbitros, jogadores, dirigentes dos clubes e da própria FIGC (Federazione Italiana Giuoco di Calcio, ou Federação Italiana de Futebol). Os principais líderes da fraude foram os dirigentes da Juventus Luciano Moggi (Diretor Geral) e Antonio Giraudo (Managing Director). Houve condenações a penas de prisão.


«Luciano Moggi, antigo dirigente da Juventus, foi condenado a 5 anos e quatro meses de prisão pelo Tribunal de Nápoles, na sequência do processo 'calciocaos'.
O ex-dirigente da Juventus Moggi foi condenado "por associação criminosa e fraude desportiva", tal como Antonio Giraudo, outro ex-dirigente da 'Vecchia Signora'.

Por outro lado, os proprietários da Fiorentina, Andrea e Diego Della Valle e o presidente da Lazio, Claudio Lotito, foram condenados a um ano e três meses de prisão. Paolo Bergamo e Pierluigi Pairetto, antigos responsáveis pelas nomeações, foram condenados a um ano e quatro meses de prisão.» (In «Relvado» net)

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