quarta-feira, 30 de abril de 2014

GUERRA É MESMO GUERRA, FASCISMO É MESMO FASCISMO, O PODER EM KIEV É EXERCIDO POR UMA JUNTA FASCISTA, ESPIONAGEM É MESMO ESPIONAGEM

«Pró-russos negociam libertação de "prisioneiros de guerra" na Ucrânia

Observador sueco é libertado após chegada de negociadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa no leste da Ucrânia. Enquanto isso, Barack Obama acusa Rússia de "não mover um dedo" para resolver a crise.

Grupo mantido sob custódia dos separatistas é apresentado à imprensa
Militantes pró-Rússia libertaram neste domingo (27/04) um dos oito observadores da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) detidos na última sexta-feira em Slaviansk, leste da Ucrânia. Segundo uma porta-voz dos insurgentes, o militar sueco sofre de diabetes, e por isso decidiu-se por libertá-lo.
O observador deixou o prédio da administração da cidade ucraniana, dominado pelos separatistas, e saiu em um carro da OSCE. Mediadores da organização desembarcaram no leste da Ucrânia neste domingo para negociar com os rebeldes a libertação do grupo.
Antes, os militantes haviam apresentado os observadores europeus que há dois dias são mantidos como "prisioneiros de guerra", assegurando que eles não estão sendo mal tratados.
O alemão Axel Schneider, porta-voz do grupo de reféns, negou que eles sejam espiões da Otan, como acusam os separatistas. Observado por quatro rebeldes armados, Schneider frisou que ele e os colegas são "oficiais da OSCE com status diplomático", e garantiu que todos estão em boas condições de saúde. "Não posso ir para casa de livre vontade", disse o prisioneiro alemão a repórteres.
Ao todo, 13 observadores militares – oito estrangeiros e cinco ucranianos – foram detidos na sexta-feira passada em Slaviansk, no leste da Ucrânia, por militantes pró-russos. Segundo o serviço de segurança da Ucrânia, os oficiais do país cumpriam a missão de prender um cidadão russo, suspeito de matar um parlamentar ucraniano. Os insurgentes alegam, porém, que os agentes buscavam prender líderes pró-russos.
Vyacheslav Ponomarev, líder dos rebeldes, havia declarado que, "como a cidade vive uma situação de guerra, qualquer militar que não tenha a permissão deles será detido e considerado prisioneiro de guerra".» (In «DW» net)

Os prisioneiros de guerra de Guantánamo (e das suas sucursais umas conhecidas outras secretas) é que não são considerados prisioneiros de guerra, mas infra-homens.

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