terça-feira, 25 de março de 2014

O REICH DOS 3% E A IMPLOSÃO DA INTERNACIONAL SOCIALISTA



A «Internacional Socialista» ao submeter-se à Ditadura de Ângela Merkel implodiu ideologicamente, passando de socialista a neoliberal.
O chamado «Pacto Orçamental», de 2013, criminaliza as políticas de Esquerda e institui a «austeridadade» "eterna".

«RECORDANDO que o artigo 260.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia autoriza o Tribunal de Justiça da União Europeia a condenar um Estado-Membro da União Europeia que não tenha dado execução a um dos seus acórdãos ao pagamento de uma quantia fixa ou de uma sanção pecuniária compulsória e RECORDANDO que a Comissão Europeia estabeleceu critérios para determinar a quantia fixa ou sanção pecuniária compulsória a aplicar no âmbito desse artigo, RECORDANDO a necessidade de facilitar a adoção de medidas, ao abrigo do procedimento da União Europeia relativo aos défices excessivos, relativamente aos Estados-Membros cuja moeda seja o euro e cujo défice orçamental previsto ou verificado exceda 3 % do produto interno bruto, reforçando simultaneamente e de modo significativo o objetivo desse procedimento, a saber, incitar ou, se necessário, obrigar um Estado-Membro a reduzir o défice que possa ser identificado, RECORDANDO a obrigação de as Partes Contratantes cuja dívida pública exceda o valor de referência de 60 % a reduzirem à taxa média de um vigésimo por ano como padrão de referência…» [In «TRATADO SOBRE ESTABILIDADE, COORDENAÇÃO E GOVERNAÇÃO NA UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA ENTRE
O REINO DA BÉLGICA, A REPÚBLICA DA BULGÁRIA,
O REINO DA DINAMARCA, A REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA,
A REPÚBLICA DA ESTÓNIA, A IRLANDA, A REPÚBLICA HELÉNICA,
O REINO DE ESPANHA, A REPÚBLICA FRANCESA,
A REPÚBLICA ITALIANA, A REPÚBLICA DE CHIPRE,
A REPÚBLICA DA LETÓNIA, A REPÚBLICA DA LITUÂNIA, O GRÃO-DUCADO DO
LUXEMBURGO, A HUNGRIA, MALTA,
O REINO DOS PAÍSES BAIXOS, A REPÚBLICA DA ÁUSTRIA,
A REPÚBLICA DA POLÓNIA, A REPÚBLICA PORTUGUESA, A ROMÉNIA,
A REPÚBLICA DA ESLOVÉNIA, A REPÚBLICA ESLOVACA,

A REPÚBLICA DA FINLÂNDIA E O REINO DA SUÉCIA»]

«Os fundamentos do défice a 3% como sendo o ideal remontam a 1990. Um défice de 3% é um valor consistente com a convergência de longo prazo do rácio dívida-produto para um valor de 60%, assumindo uma taxa de crescimento nominal do PIB de (espante-se!) 5%. O valor de 60% para o rácio da dívida resulta do facto de ser essa aproximadamente a média dos Estados-membros em 1990.» (Pedro Palha Araújo in blog «Económico-Financeiro»)


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