sexta-feira, 28 de março de 2014

O FIM DA UNIÃO EUROPEIA E O FIM DA HISTÓRIA II


A União Europeia, enquanto conjunto de países que se deveriam ajudar uns aos outros para o desenvolvimento conjunto, já não existe e foi substituída pelo REICH DOS VENCIDOS, uma Ditadura de Berlim, a que obedecem os diferentes governos de traidores do século XXI, com particular destaque para o traidor que governa a França, François Hollande.
A Ditadura de Berlim que submete todos os outros países à norma imperial do défice dos 3%, que criminaliza as políticas de Esquerda, é referenciada em muitas rádios, jornais, revistas e televisões como «eterna». O III Reich era para durar mil anos, mas o quarto, para alguns, é para ser «eterno», só que este conceito de «eternidade» dura muito menos de mil anos, até pode durar menos de 10 dez anos, se os povos dos países subjugados acordarem. A chamada «austeridade», uma palavra que significa empobrecimento, em Portugal será «eterna», dependendo do tempo que demora essa «eternidade».

O IV Reich, ou Reich dos vencidos, representa «o fim da História» na imaginação dos ditadores germânicos e dos traidores que lhes obedecem.


«Sempre a ajudar

“Se alguma vez chegarmos ao ponto de ter de estabilizar a Ucrânia, retiraremos muitas experiências da Grécia”, diz Wolfgang Schauble. A Grécia é então o modelo para quem manda a ocidente e diz querer estabilizar, segundo a Bloomberg. E ainda há quem apele ao que chama de ajuda por parte de uma UE que tratou logo de assinar acordos com um governo ucraniano dotado de “legitimidade revolucionária” (aspas, notem), com fascistas e tudo a tomar conta do aparelho de Estado, mas sem legitimidade democrática (sem aspas, notem). Entretanto, o FMI também já lá está quase, em linha com os interesses de quem nele sempre mandou. Juntos, FMI e UE, representam a condicionalidade dos empréstimos que se avizinham, ou seja, a austeridade brutal feita de aumentos de preços de bens essenciais, como o gás natural para aquecimento, e de quebras de rendimentos. Diz-se que agora é uma boa altura para fazer isto porque já estamos na Primavera e as temperaturas subiram. O tempo está bom para cobrar o que um analista, citado no Financial Times, designou como o “preço da liberdade”. Enfim, será preciso muito idealismo para ofuscar a realidade do elevado preço que os povos pagam pela lógica do imperialismo e das suas rivalidades.» (In blog «Ladrões de Bicicletas»)

Sem comentários:

Enviar um comentário