sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

A BANALIZAÇÃO DO ATAQUE AO ESTADO DE DIREITO


O governo de Berlim, o FMI, a falsa «Comissão Europeia», o falso «Banco Central Europeu», o governo de Coelho e Portas e as corjas que o apoiam no parlamento português, na comunicação social, e ainda as corjas do «PPE» (Partido Popular Europeu) banalizaram o ataque ao Estado de Direito de Portugal, atacando um dos pilares do Estado de Direito que é o Tribunal Constitucional.
A banalização do ataque ao Estado de Direito já chegou ao Ministério Público de Portugal. Estávamos habituados à impunidade dos chamados crimes de colarinho branco por inércia do Ministério Público. Mas agora o Ministério Público banalizou a tortura e a tentativa de homicídio, pedindo 5 anos de pena suspensa para o criminoso. Ora a pena suspensa significa o não cumprimento da pena, logo a impunidade. 5 anos ou 50 anos de pena suspensa significam a mesma coisa, na prática, a impunidade.

Um indivíduo com instintos de torturador e assassino foi para a tropa onde chegou a alferes. Resolveu torturar um soldado e resolveu também assassiná-lo. Para isso, colocou espetada no chão um navalha afiada e comprida, com a parte cortante virada para cima depois obrigou um soldado a fazer flexões sobre a navalha até cair exausto sobre ela perfurando o fígado. A perfuração do fígado com uma navalha é tentativa de homicídio. O Ministério Público pediu para o alferes criminoso 5 anos de pena suspensa, atacando assim, violentamente, o Estado de Direito. Só que os juízes não alinharam e condenaram o alferes criminoso a 8 anos de prisão efectiva.

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