sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

PORTUGAL HOJE É, NA PRÁTICA, UMA COLÓNIA DA ALEMANHA, SITUAÇÃO QUE PRODUZ EMPOBRECIMENTO, DESEMPREGO, FOME E MORTE

Passos Coelho inspira-se em Adolf Hitler. Ambos ganharam eleições livres e ambos desejaram depois de chegarem ao poder, devido a circunstâncias extraordinárias, governar em Ditadura.

Ambos eram apoiados por uma corja de deputados.

Uma das imposições da Alemanha é a regra da fome e da morte, por falta de dinheiro e de assistência médica, muito hipocritamente, muito cinicamente chamada «regra de ouro», ouro dos portugueses para os alemães, entenda-se.

«Défice e desigualdade, estas duas palavras encerram em si as causas, as explicações e, possivelmente, as soluções para a crise que vivemos actualmente em Portugal. Necessitamos não de uma “regra de ouro” mas sim de duas: uma para obrigar governos a limitar défices orçamentais e outra para os obrigar a limitar a desigualdade de rendimentos. (...)

A curiosidade do fenómeno da assertividade do “não haver alternativas” advém precisamente de a afirmação não ser produto de uma exaustiva procura e da consequente conclusão de que, efectivamente, "não podemos fazer senão o que estamos a fazer”. (...) A conclusão parece pois evidente: “não há alternativas” porque os que acham “não as haver” se encontram ideologicamente autolimitados em as procurar. (...)

Se tivéssemos de escolher um único, e simples, instrumento de gestão política para começar a equilibrar os nossos orçamentos e, ao mesmo tempo, lidar com o exagero psicológico que foi atribuir à “redução do défice” o papel de objectivo social último, esse deveria ser a inscrição em legislação nacional de um valor máximo de desigualdade que estamos dispostos a aceitar em Portugal e na Europa. (...)


Precisamos de crescimento económico junto com bem-estar e não de crescimento, desigualdade e mal-estar.» (Gustavo Cardoso in jornal «Público», cit. in blog «Entre as brumas da memória»)

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