sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O VIETNAME FOI O PAÍS MAIS MASSACRADO COM ARMAS QUÍMICAS, ESPECIALMENTE COM O AGENTE LARANJA



Agora que se fala tanto em armas químicas é bom recordar o massacre do Vietname com armas químicas feito pelos Estados Unidos, especialmente com o agente laranja. E também a oposição a essa guerra imperial-colonial.

«Guerra do Vietname – a cantiga como arma




Em El País de hoje, pode ler-se um interessante artigo sobre o papel da música rock no protesto contra a guerra do Vietname. Mais concretamente, recordam-se «dez hinos», uns mais conhecidos do que outros, que corporizaram esse protesto e se transformaram em verdadeira forma de luta.

Mais: foi há meio século, a partir de 1964 e sobretudo nos Estados Unidos, que o «rock de causas» nasceu, precisamente com a guerra do Vietname em pano de fundo, para explodir na segunda metade dessa década como bandeira do movimento hippy«Nunca como há 50 anos se pensou que a música podia não só parar uma guerra como começar a mudar o mundo» – bem verdade, até em Portugal (em meios muito restritos, é certo).

Ficam alguns desses «hinos», os outros podem ser vistos aqui.



Wait until the war is over / And we're both a little older / The unknown soldier / Breakfast where the news is read / Television children fed / Unborn living, living, dead Bullet strikes the helmet's head / And it's all over / For the unknown soldier.



Come you masters of war. You that build all the guns / You that build the death planes. You that build all the bombs / You that hide behind walls. You that hide behind desks / I just want you to know I can see through your masks.



Where have all the flowers gone? Young girls have picked them everyone / Where have all the young girls gone? Gone for husbands everyone / Where have all the husbands gone? Gone for soldiers everyone / Where have all the soldiers gone? Gone to graveyards, everyone / Where have all the graveyards gone? Gone to flowers, everyone.



We starve, look at one another short of breath / Walking proudly in our winter coats / Wearing smells from laboratories / Facing a dying nation of moving paper fantasy / Listening for the new told lies / With supreme visions of lonely tunes.» (In blog «Entre as brumas da memória») 

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