sábado, 4 de janeiro de 2014

A TSU DOS PENSIONISTAS E O MINISTRO IRREVOGÁVEL


O plano B para o corte nas reformas já atribuídas aos funcionários que não foi feito por inconstitucionalidade é o plano A2.
O Estado até têm muito dinheiro para pagar o desfalque no BPN que andará pelos 7 mil milhões d euros e para entregar ao banco falido por incompetência BANIF.
Passos Coelho com o apoio do PS de António José Seguro decidiu dar mais de duzentos milhões de euros ao patronato, com a descida do IRC, sobretudo aos accionistas das maiores empresas.
E criou um imposto só para reformados a que chamou CES, o que significa um apartheid fiscal.
O dinheiro que dá aos patrões com a descida do IRC vai busca-lo aos reformados, muitos dos quais sustentam os filhos desempregados.
O irrevogável mentiroso Paulo Portas dizia defender os reformados, mas agora anda a atacá-los.

Sem comentários:

Enviar um comentário