quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

A HUMILHAÇÃO DOS PROFESSORES, ENQUANTO NUNO CRATO ROUBA 155 MILHÕES DE EUROS DAS ESCOLAS PÚBLICAS PARA PAGAR A ÁGUA DA PISCINA COBERTA DO COLÉGIO PRIVADO DE AMÉRICO AMORIM E OUTRAS DESPESAS DE MANUTENÇÃO DE OUTROS COLÉGIOS 'PRIVADOS' DE OUTROS COMPADRES DO PSD

«BOICOTE E CERCO!!! De Norte a Sul, do Litoral ao Interior, de Viana até Faro, as provas não tiveram lugar.

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Uma luta exemplar

Eterna glória aos bravos professores e a todos que a eles se tenham juntado para derrotar cRato-passos-portas! A todos e todas que estão em luta para revogar esta prova e para bloquear esta etapa no processo de destruição da escola pública. Entre outras coisas, esta prova é uma manobra do mais vasto plano que consiste em entregar a educação aos amigos do privado e encher os seus bolsos com dinheiro público. É também um passo para despedir professores em massa, para degradar as condições laborais e desestruturar o trabalho em Portugal.
A poeira ainda não assentou, neste preciso momento há manifestação e tentativa de invasão do ministério da educação. Mas é possível afirmar que em muitos locaisde norte a sul, do interior ao litoral, a prova não se realizou… Devido à greve, à pressão dos piquetes, porque fizeram barulho, porque convenceram os colegas, porque invadiram as salas… Porque usaram todos os meios ao seu dispor para, de facto, vencer a batalha. Que eu saiba ainda não há números ao certo, mas tudo indica que a greve e acção de Boicote e Cerco conseguiu impedir um número suficiente de provas e causar disrupção suficiente para causar um grande entrave a esta prova e aos mafiosos do governo.
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Convém salientar que tudo isto acontece apesar da vil traição dos amarelos da UGT. Convém também sublinhar que tudo isto só foi possível devido ao empenho do movimento de base “Boicote & Cerco“. Alguns sindicatos, nomeadamente a Fenprof, também tiveram um importante papel, mas sem a pressão da base e destes movimentos não se tinham mexido como o fizeram. Acima de tudo isto revela que apesar da tentativa de divisão, a classe dos professores está suficientemente unida, mobilizada e aguerrida para infligir duros golpes ao governo de inimigos do Povo e traidores à Pátria cRato-passos-portas.
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Após muitos protestos dos professores presentes, todos os vigilantes acabaram por aderir à greve, não se tendo realizado nenhum dos exames previstos. À saída do estabelecimento de ensino ouviram-se gritos de vitória e os professores foram saindo do edifício fazendo com as mãos um “V” de vitória.
Neste momento, devido aos protestos e ao barulho, ainda não foi possível iniciar a prova. Estão cerca de uma dezena de polícias a tentar acalmar os ânimos.
Na Escola Secundária do Restelo a prova não se realizou porque houve adesão total à greve. Os professores convocados para vigiar os colegas e os contratados que iam fazer exame acabaram por ser juntar no pátio, no meio de aplausos e lágrimas. (Resumo DN)
Em Beja, 192 professores inscritos para a prova impediram hoje a realização do exame na Escola Secundária D. Manuel I. “Os 192 inscritos não estão a fazer a prova. Foram eles próprios que boicotaram isto e ninguém está a fazer a prova”, afirmou Jorge Simão, do Sindicato dos Professores da Zona Sul (SPZS), pouco tempo depois da hora prevista para o início do exame.
A adesão à greve dos vigilantes “está a ser extraordinária”, e já fez com que escolas em Lisboa, em Viseu, em Faro, em Setúbal, em Évora, no Barreiro, em Almada, na Guarda, em Vila Real, em Guimarães e em Braga, não realizassem a prova, indicou o líder sindical. (Resumo i)
A prova ainda não acabou e já está disponível na internet. No ‪#‎CercoàProva‬ na escola D. Maria em ‪#‎Coimbra‬, os professores em protesto leram ao megafone as questões da prova e as respectivas propostas em auxílio dos colegas a realizar a prova.(Guilhotina.info)
“Quer aqui fora [da escola], quer lá dentro [nas salas] houve protesto, houve revolta e houve a solicitação de não se realizar a prova e foi isso que aconteceu”, resumiu Ana Simões, adiantando que em Faro havia 317 professores inscritos para a PACC e em Portimão 153. Mais de 300 professores não realizaram prova em Faro
A iniciativa dos manifestantes mostrou, segundo a mesma fonte, “muita agressividade”, já que partiram todos os vidros da frente da escola. Polícia de choque em escola de Almada
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(In blog «5 Dias net»)

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