sexta-feira, 22 de novembro de 2013

MÁRIO SOARES E OS TRAIDORES QUE GOVERNAM PORTUGAL EM NOVEMBRO DE 2013


Os factos são factos, neste momento não quero discutir o PREC de 1974-75, mas, factualmente, o seu desfecho final estava, objectivamente, condicionado pelos acordos de Ialta e Potsdam firmados pela União Soviética, Pelos Estados Unidos e pelo Reino Unido, durante a II Guerra Mundial.
Uma das melhores análises dos condicionalismos do PREC de 1974-75 é da investigadora da História Raquel Varela, marxista e admiradora de Trotsky, que foca, objectivamente, a importância dos atrás referidos acordos de Ialta e de Potsdam nesses condicionalismos.
Não quer isso dizer que, respeitando os acordos de Ialta e Potsdam, os Estados Unidos e o Reino Unido, tivessem dito que só havia um caminho «inevitável», havia vários caminhos, respeitando os acordos de Ialta e Potsdam, isto é, Mário Soares seria sempre decisivo enquanto líder do PS, mas podia ter feito um compromisso histórico mais à esquerda, no quadro de uma democracia de modelo europeu ocidental.
O PREC de 1974-75 pertence à História de Portugal, que ainda está por esclarecer totalmente.
Agora, em 2013, Portugal está a caminhar para o abismo, por ordem de Berlim, alegremente dirigido por Passos Coelho e Cavaco Silva, no caminho suicidário traçado pelo perigoso Vítor Gaspar.

Ora, Mário Soares quer evitar o suicídio de Portugal, a mando da Alemanha, é isso que está em causa.

1 comentário:

  1. Eu quero é que este senhor dispense os polícias que lhe guardam as propriedades e os costados, e termine com este paradoxo porque não se percebe do que é que ele tem medo... Depois quero que ande num carro pago por ele (e o motorista também) e se não for pedir muito que pague as multas do bolso dele. Pode aproveitar para explicar porque motivo os professores do Colégio Moderno não fazem greves, e onde está o dinheiro do aeroporto de Macau... Já agora explicar como caiu o avião do filho em Angola, porque raio de carga de água tivemos de lhe pagar um passeio às costas da tartaruga, qual a calote que a presidência dele deixou à TAP, para que serve a Fundação, porque é que lhe foi dado o edifício da Fundação, e porque motivo ainda pagamos o escritório dele dentro da Fundação, quantas reformas tem e porque não dispensa algumas aos pobrezinhos, e fico-me por aqui senão é impossível suster o vómito que a criatura me provoca.
    Saudações democráticas, viva o pluralismo e abaixo a censura.
    José

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